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Posts com a Tag fusões

terça-feira, 21 de janeiro de 2014 Escritórios, Fusões e Aquisições | 13:05

Veirano assume vice-liderança em fusões e aquisições

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O Veirano Advogados assumiu a vice-liderança no volume total de operações de fusões e aquisições em 2013, totalizando 38 negociações e US$ 1,9 bi em volume assessorado, em relatório divulgado neste mês pela Bloomberg.

Para Carlos Lobo, sócio da área de fusões e aquisições do Veirano, esse avanço do escritório foi impulsionado pelo bom posicionamento da banca, especialmente nos setores de Mineração, Óleo e Gás, Tecnologia e Infraestrutura.

“Outro fator que ajudou a figurarmos nas primeiras posições foi o fato de o escritório ter ampliado a área de fusões e aquisições com sócios especialistas no assunto”, declara. Em 2013 o Veirano assessorou importantes processos de fusões e aquisições, como a compra da LLX pela EIG, a venda de participação da Aliansce pela GGP e compra da FMU pela Laureate.

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quinta-feira, 7 de abril de 2011 Advocacia, Direito trabalhista, Fusões e Aquisições | 10:57

Em fusões, empresas ignoram discussões trabalhistas, diz advogada

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Os passivos trabalhistas são esquecidos quando se dá inicio um processo de aquisição ou cisão empresarial. É o que afirma a advogada Maria Lúcia Benhame, da Benhame Sociedade de Advogados.

Segundo ela, questões como equiparações salariais e de benefícios, e diferenças nas relações com sindicatos normalmente só são conhecidas depois que o negócio foi fechado.

Maria Lúcia comenta que um exame trabalhista minucioso antes de assinar os papeis poderia evitar problemas maiores às empresas envolvidas no negócio.

“Em um exame de due diligence (verificação dos demonstrativos de uma empresa alvo de aquisição), normalmente só se olha para as ações trabalhistas e as respectivas provisões contábeis para perdas”, disse Maria Lúcia, no encontro do comitê de Legislação da Amcham-São Paulo nesta quarta-feira (6/4). “Mas não se verificam os efeitos das alterações sindicais, de benefícios e segurança do trabalho. Tudo isso tem impacto nos custos”, lembrou.

Quando uma empresa adquire outra, também assume as responsabilidades pelas obrigações trabalhistas presentes e futuras da nova companhia, afirmou a advogada.

Especialista em direito trabalhista, Maria Lúcia disse que poucos clientes a convocam para um exame inicial de aquisição de empresas. “Sou chamada no meio do processo, quando já está decidido que a operação acontecerá. Quando levo o resultado das pendências trabalhistas, alguns até se assustam”, comentou.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 Advocacia, Fusões e Aquisições | 14:34

Pinheiro Neto é líder em fusões e aquisições em 2010

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A banca paulista Pinheiro Neto Advogados foi o escritório que atuou no maior número de operações de fusões e aquisições no Brasil e em toda a América Latina em 2010, segundo relatório recém-publicado pela Thomson Reuters, com 50 operações anunciadas e 46 operações concluídas ao longo do ano.

É o quarto ano consecutivo que Pinheiro Neto Advogados é o líder no ranking de fusões e aquisições da Thomson Reuters considerando o número de operações no Brasil e na América Latina. No período compreendido entre 2007 e 2010, o escritório participou de 172 negócios.

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010 Advocacia | 08:37

Lobo & de Rizzo Advogados leva prêmio na área de fusões e aquisições

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O escritório Lobo & de Rizzo Advogados foi novamente referido no Chambers Latin América. Na edição 20110, o escritório é referido citado nas áreas de fusões & aquisições, concorrência & antitruste, responsabilidade pelo produto e contencioso.

O guia elege os melhores escritórios de advocacia da região e os profissionais que mais se destacaram em seus respectivos expertises no Direito. O ranking do Chambers é constituído a partir de pesquisa realizada com clientes de grandes empresas dos países latino-americanos.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010 Fusões e Aquisições | 05:00

Incorporações no setor de ensino em 2010 chegam a R$ 1,5 bi

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Rodrigo Delboni assessorou um dos maiores negócios no setor de ensino do País (Foto: Lobo e De Rizzo)

As negociações de 2010 envolvendo fusões e aquisições no setor de ensino já movimentaram cerca de R$ 1,5 bilhão e podem chegar a marca dos R$ 2 bilhões até o fim do ano.

“Há rumores de que áreas de escolas de idioma e curso à distância devem negociar ainda em 2010”, disse Rodrigo Delboni Teixeira, do escritório Lobo & De Rizzo Advogados. E o especialista fala com conhecimento de causa. Ele foi um dos responsáveis pelo negócio fechado entre o conglomerado internacional de mídia Pearson, dono do jornal Financial Times e da revista The Economist, que comprou as editoras da Seb (Sistema Educacional Brasileiro S.A).

Com 46 anos de atuação no mercado, a Seb foi vendida para a Pearson Education do Brasil Ltda., parte de um grupo editorial presente em mais de 50 países por R$ 613 milhões, mas o valor final deve ultrapassar a marca dos R$ 800 milhões já que, por ser uma companhia aberta, a empresa deverá, ainda em setembro, entrar com pedido de registro de oferta pública na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

“A Pearson comprou o controle da companhia, mas por se tratar de companhia aberta deve ser estendida aos acionistas minoritários a mesma oportunidade dada ao controlador. Por isso, se todos aderirem à oferta pública, o valor total pode chegar aos R$ 800 milhões”, disse Teixeira. Segundo ele, apesar de não ter data definida, o preço será de R$ 22 para cada sete ações.

Além dessa negociação, o ano de 2010 contou com a negociação envolvendo a Kroton Educacional, que comprou mais de 70% da Iuni Educacional por R$ 191,7 milhões. As empresas negociavam desde janeiro e o martelo foi batido em março.
No começo de julho, a Abril Educação, controlada pela família Civita, adquiriu o Anglo.

O negócio envolveu o Anglo Sistema de Ensino, o Anglo Vestibulares e a SIGA, empresa focada na preparação para concursos públicos. “Estima-se que essa negociação envolvendo o Anglo foi acima dos R$ 500 milhões. E o setor continua aquecido com movimentações que podem chegar a valores semelhantes”, afirma o advogado.

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sexta-feira, 23 de julho de 2010 Concorrência, Fusões e Aquisições | 18:35

Fusões e aquisições cresceram 50% só no primeiro semestre de 2010

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Só no primeiro semestre de 2010, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça -um dos três órgãos que compõem o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC)- recebeu a notificação de 332 operações de fusões e aquisições entre empresas com atuação no Brasil.

“Isso significa um crescimento de 50%, comparando com as 207 notificações registradas no primeiro semestre do ano passado. O que mostra uma clara recuperação da economia”, avalia a diretora do Departamento de Proteção e Defesa Econômica (DPDE), Ana Paula Martinez.

Pela lei, todas as operações em que um dos grupos econômicos envolvidos tenha faturamento anual de R$ 400 milhões no Brasil ou detenham participação de pelo menos 20% do mercado afetado pela operação devem ser apresentadas às autoridades.

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terça-feira, 29 de junho de 2010 Advocacia | 06:25

Machado Meyer aposta no mercado de capitais e investimentos

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Pioneirismo e liderança são as principais marcas do Machado Meyer Advogados. Prova disso foi sua atuação no processo de renegociação da dívida externa brasileira na década de 80, passando por sua atuação na recuperação de inúmeras instituições financeiras no âmbito do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (PROER) e nos diversos processos de privatização, em setores como os de mineração e telecomunicações na década seguinte.

Hoje, atuando em todas as áreas do direito, a banca encara o desafio de buscar a consolidação do mercado de capitais do país, em especial nos processos de internacionalização de empresas brasileiras, nas fusões e aquisições ocorridas no Brasil e em grandes projetos de infraestrutura.

“A acelerada expansão da economia brasileira tem impulsionado todas as áreas do escritório. No momento, as mais pujantes são as de fusões e aquisições e mercado de capitais. No médio e longo prazo, no entanto, acreditamos que as áreas de infraestrutura e Project Finance se destaquem, principalmente devido aos investimentos e obras para Copa do Mundo, Olimpíadas e Pré-sal”, revela comunicado do departamento de comunicação da banca.

Crise sazonal
Com a crise econômica de 2008, a área de infraestrutura foi a que ganhou mais impulso do governo, bem como o mercado de capitais, que teve operações importantes, como a oferta inicial de ações da Visanet (maior IPO da história da Bovespa) e a emissão do banco Santander, onde a Machado Meyer atuou com destaque.

“Agora, com o novo balde de água fria da crise fiscal dos países europeus encabeçados pela Grécia, temos novamente o congelamento deste cenário. Mas não custa lembrar que este movimento é cíclico e que há sempre apetite para retomadas rápidas e vigorosas, como vimos na saída da crise imobiliária norte-americana”, disse a assessoria do escritório.

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