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Arquivo da Categoria Advocacia

terça-feira, 19 de março de 2019 Advocacia | 15:59

Paulo Bardella é premiado como melhor advogado de direito corporativo

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O Advogado Paulo Bardella, sócio de Viseu Advogados e especialista em direito societário, foi reconhecido como vencedor do Client Choice em 2019. Premiado internacionalmente como melhor advogado de direito corporativo.

A Client Choice é um prêmio internacional, no qual reconhece os escritórios de advocacia e parceiros em todo o mundo que se destacam pelo excelente atendimento que prestam pela qualidade de seus serviços, no qual são reconhecidos por seus clientes pela qualidade de seus serviços.

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quarta-feira, 13 de março de 2019 Advocacia | 15:40

Lobo de Rizzo anuncia chegada de um novo sócio-gestor

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O advogado Gabriel de Orleans e Bragança, que atuou por 11 anos como sócio no escritório de advocacia Sergio Bermudes, reforça a área de Soluções de Conflito da banca

Seguindo seu projeto de expansão e reforço das áreas de atuação, o escritório Lobo de Rizzo anuncia a chegada de um novo sócio-gestor para a prática de Soluções de Conflitos: o advogado Gabriel de Orleans e Bragança.

Com mais de 18 anos de experiência em conflitos envolvendo direito privado, contencioso empresarial, contratos e consultoria jurídica, Gabriel é mestre em Direito Comercial pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e doutorando pela mesma universidade.

Ao longo dos últimos 11 anos, Gabriel foi sócio no escritório de advocacia Sergio Bermudes. Agora, seu desafio será acelerar o crescimento da área de Soluções de Conflito do Lobo de Rizzo, em parceria com o sócio-gestor Luis Fernando Guerreiro. “É um passo significativo migrar para um escritório full service, ter a oportunidade de contribuir na consolidação da área de Soluções de Conflito e a possibilidade de atuar em sinergia com os demais sócios de outras áreas”, afirma Gabriel.

“Gabriel tem forte conhecimento em causas que tramitam perante o Poder Judiciário, com ampla experiência em direito privado – sobretudo no contencioso empresarial – e em causas de grande relevância do mercado financeiro. A vinda dele agrega muito valor à nossa área de Soluções de Conflito e está em linha com a estratégia do escritório de ampliar e fortalecer a oferta de serviços aos atuais e potenciais clientes”, comenta Rodrigo Delboni Teixeira, sócio-diretor do Lobo de Rizzo Advogados.

Em 2018, Lobo de Rizzo anunciou a chegada de outros cinco sócios-gestores, fortalecendo seu time com profissionais com experiências específicas e necessárias para uma mais completa oferta de serviços e soluções.

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Advocacia | 15:37

Escritório investe em tech transactions e contrata novo profissional

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O escritório Daniel Advogados investiu em uma das áreas que mais cresce no Brasil principalmente durante período de implantação da LGPD, a tech transactions, e traz para o seu time o advogado Luis Fernando Prado Chaves.

“O momento é excelente e o cenário bastante animador. Ajudar nossos clientes a se prepararem para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) será, sem dúvida, uma de nossas principais missões”, declara Luis Fernando Prado Chaves o novo sócio e Head da área de Tecnologia, Privacidade e Proteção de Dados da Daniel. O advogado chega para orientar os clientes sobre a lei geral de proteção de dados, sancionada em 2018, que entrará em vigor em agosto de 2020, que ainda destaca “Parece distante, mas o tempo é curto diante do trabalho e dos desafios que as empresas que se relacionam com clientes têm pela frente, vamos a todo o momento pensar fora da caixa para trazer recomendações práticas, objetivas e úteis aos nossos clientes. Novos modelos de negócio exigem uma nova forma de exercer a advocacia, sempre de maneira extremamente clara e assertiva, o que é apaixonante e desafiador. Na nossa área, o lema é descomplicar o Direito, apresentando soluções ao invés de problemas. É isso que vamos buscar a todo o momento”.

“Todos sabem que a Daniel tem o perfil de atrelar inovação e modernidade ao campo jurídico. Ao longo dos nossos 60 anos buscamos investir para crescer e com a chegada do Luis Fernando Prado, para a área de Tech Transactions, reforça a nossa linha de pensamento”, declara Alicia Daniel-Shores, Sócia Sênior & CEO da Daniel, que ainda destaca que o novo sócio é capacitado para definir metas que ajudará ainda mais no crescimento da Daniel e dos clientes, com soluções jurídicas disruptivas e criativas para viabilizar os negócios dos clientes na área de tecnologia.

Com passagens pelos escritórios ENATIC Abogacía Digital, na Espanha, e Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados Associados e instituições de ensino renomadas, o sócio tem profunda experiência, atuando principalmente nos temas como blockchain, propriedade intelectual, tecnologia, proteção de dados, privacidade, direito autoral, software e marcas. “Nos últimos anos, tive a oportunidade de adquirir relevante experiência prática e acadêmica em direito e tecnologia, o que me motiva a somar esforços para consolidar a Daniel como escritório referência nacional e internacional também na área de Direito Digital e Proteção de Dados”, afirma Prado, que possui Mestrado (LLM) em Direito Digital e Sociedade da Informação pela Universidade de Barcelona, além se ser aluno especial do curso de Pós-graduação Stricto Sensu – Direito ao Espaço Virtual no Âmbito do Direito Comparado, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Luis Fernando Prado Chaves dará continuidade ao trabalho já realizado pela Daniel na Área de Tech Transactions, com uma equipe multidisciplinar e extremamente qualificada para atender variadas demandas dos clientes.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019 Advocacia | 14:50

Advogado Jair Jaloreto é eleito presidente da LEXNET

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O advogado Jair Jaloreto foi eleito presidente do Conselho da LEXNET – rede de direito empresarial que reúne escritórios em todas as regiões do país e também no exterior – para o biênio 2019-2021. Sócio do Jaloreto & Asssociados, Jair Jaloreto é criminalista especializado em Direito Penal das Empresas, Compliance Criminal e Fraudes Corporativas. É Diretor Jurídico da Associação Nacional de Combate a Fraudes (ANCAF), e Coordenador da Comissão de Mediação e Arbitragem do Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial (IBDEE).

“O mundo do Direito mudou e está mais dinâmico. O valor estratégico do networking e da cooperação para garantir uma atuação mais competitiva em um mercado cada vez mais global é muito importante. Por isso, a ideia é investir e ampliar a troca de experiências e de oportunidades entre os escritórios de advocacia”, defende o novo presidente da LEXNET.

Jaloreto é especialista em Direito Penal Econômico pelo Instituto de Direito Penal Econômico Europeu, da Universidade de Coimbra (Portugal) e possui especialização em Direito Penal Empresarial pela FGV/SP. Filiado à Association Internationale de Droit Pénal (AIDP), Association International de Droit des Assurance (AIDA), International Bar Association (IBA), Inter-American Bar Association (IABA) e Association of Certified Fraud Examiners (ACFE).

O criminalista será o quarto presidente da LEXNET, que foi fundada em 2004. De lá para cá, a entidade teve três presidentes: Luiz Eduardo Lopes da Silva, fundador e idealizador da rede, e seu filho Luiz Eduardo Vidigal Lopes da Silva, que assumiu em 2008 com a morte do pai. Em 2015, a advogada Ana Cecília Vidigal Lopes da Silva Lencioni assumiu a presidência, onde ficou por dois mandatos.

A LEXNET conta com 32 escritórios de advocacia associados, entre full service e especializados, presentes nas principais capitais e em cidades polarizadoras, sendo que três escritórios estão sediados fora do Brasil: dois em Montevidéu e um em Paris, todos atuantes no Direito Empresarial.

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019 Advocacia | 15:10

Brasil participa do Global Legal Hackathon 2019

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Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil vai participar da Global Legal Hackathon – uma maratona de programação organizada pela Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L) e com apoio da Kurier Tecnologia – empresa pioneira em soluções para escritórios, departamentos jurídicos e análise de risco.

A competição será realizada entre os dias 22 e 24 de fevereiro. A expectativa dos organizadores é reunir simultaneamente seis mil participantes (desenvolvedores, programadores, designers e especialistas em negócio para criar soluções para o mercado jurídico) de 47 cidades em 24 países divididos em 600 equipes. Durante 54 horas, os participantes terão o desafio de apresentar ideias e projetos que vão desenvolver soluções jurídicas baseadas em tecnologia.

No Brasil, sete cidades receberão simultaneamente o Global Legal Hackathon 2019. São elas: Belo Horizonte (MG), Manaus (AM), Porto Alegre (RS) e Florianópolis, Jaraguá do Sul e Camboriú (em Santa Catarina). Na capital pernambucana, o evento acontece na sede do Sebrae-PE, no bairro da Ilha do Retiro.

“O Global Legal Hackathon é um evento que vai acontecer simultaneamente em várias cidades ao redor do mundo e tem grande importância para mostrar a interação entre as áreas de negócios, sistemas e jurídico”, explica Fred Ferraz, diretor comercial da Kurier Tecnologia e diretor de marketing da AB2L.
Segundo ele, o evento é importante porque aproxima a tecnologia e a visão empreendedora do mercado jurídico, possibilitando sua transformação por meio do desenvolvimento de soluções que facilitam e ampliam a atuação da justiça brasileira. “É importante incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias para o mercado jurídico”, ressalta.

A Global Legal Hackathon é uma organização sem fins lucrativos que reúne em todo o mundo faculdades de Direito, escritórios de advocacia, departamentos jurídicos, empresas de tecnologia, governos e provedores de serviços para discutir a inovação no setor jurídico.

“A Kurier apoia esse tipo de evento por que somos empresa de tecnologia focada na área jurídica e temos total interesse no incentivo ao desenvolvimento de novas tecnologias para o mercado jurídico. Para o Brasil é importante esse evento pois ele aproxima a tecnologia e a visão empreendedora do mercado jurídico, possibilitando sua transformação por meio do desenvolvimento de soluções que facilitam e ampliam a atuação da justiça brasileira”, explica Fred Ferraz.
A competição é dividida em três etapas. A primeira, que acontece entre os dias 22 e 24 de fevereiro, é julgada localmente e apenas uma equipe de cada cidade passará para a próxima fase. A segunda fase (semifinal), prevista para 15 de março, é totalmente virtual e as equipes selecionadas deverão apresentar aos julgadores um vídeo da solução inovadora desenvolvida na primeira etapa. A final está marcada para dia 4 de maio em Nova York (Estados Unidos). Um grupo seleto de juízes vai escolher as quatro equipes vencedoras.

O que é um Hackathon?

A expressão surgiu da junção entre “hark” (referente a programação) e “marathon” (maratona). Na prática, é uma maratona de programação na qual hackers se reúnem por horas, dias ou até semanas, a fim de explorar dados abertos, desvendar códigos e sistemas lógicos, discutir novas ideias e desenvolver projetos de software ou mesmo de hardware.

Para ser considerado uma hackathon é necessário que o evento tenha premiação em dinheiro, que os dados fornecidos sejam reais e que seja disponibilizado um grupo de mentores que tenham conhecimento em negócios, design, desenvolvimento (hardware ou software) e alguém que tenha experiência e/ou conhecimento na área do problema.

O objetivo da competição é chegar a um protótipo ou proposta que é avaliado pelos jurados, com base em critérios pré-estabelecidos no regulamento do evento.

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domingo, 10 de fevereiro de 2019 Advocacia | 21:40

10ª edição do Pre-Moot do CAM-CCBC acontece em fevereiro

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O Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CAM-CCBC) promove, nos dias 16 e 17 de fevereiro de 2019, a 10ª edição de seu CAM-CCBC Pre-Moot São Paulo, evento preparatório para a tradicional competição Willem C. Vis International Commercial Arbitration Moot (Vis Moot). Esse ano o Pre-Moot acontecerá no escritório Demarest Advogados.

As inscrições se encerraram em dezembro e foram recebidas de equipes de diversos estados brasileiros, como Amazonas, Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, entre outros, e da Argentina.

O primeiro dia do CAM-CCBC Pre-Moot será marcado pela etapa classificatória, quando as equipes disputam entre si oito vagas para as rodadas eliminatórias. No segundo dia, as oito equipes melhor classificadas competem nas eliminatórias e definem-se os três primeiros colocados.

O CAM-CCBC oferece premiações para viabilizar a viagem dos estudantes para o Vis Moot e o Vis Moot East, que acontecem em Viena (Áustria) e Hong Kong (China): o primeiro colocado receberá R$ 35 mil, o segundo R$ 30 mil e o terceiro R$ 25 mil.

Independentemente dos resultados de seu Pre-Moot, o CAM-CCBC concederá patrocínios no valor de R$ 25 mil para oito times brasileiros que participaram da edição
anterior do Pre-Moot, cumprindo com seu compromisso de promoção do estudo acadêmico da arbitragem.

Mais informações: https://www.mootcam.com/sppremoot

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019 Advocacia | 14:57

Escritório de advocacia lança projeto de inclusão social para deficientes visuais

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O escritório Di Blasi, Parente & Associados, lança o projeto Olhar Di Blasi, Parente – Ledores Legais, que busca levar conhecimento sobre Leis de Propriedade Intelectual para deficientes visuais. O projeto conta com a participação de vários profissionais do escritório para gravarem áudios de leis e regulamentos ligados ao assunto. No total, sete leis serão gravadas e disponibilizadas no site da empresa.

No Brasil, 6,5 milhões de pessoas são deficientes visuais, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Como temos esse número tão elevado de deficientes visuais, a nossa intenção é contribuir com a inclusão social dessas pessoas, sendo os olhos legais de cada um deles, já que não há tantos materiais voltados para esse público. Escolhemos, a princípio, as leis de Propriedade Intelectual, por ser a especialidade do escritório”, destaca Daniela Colla, idealizadora do projeto.

O trabalho inclui a leitura das Leis de Propriedade Intelectual (Lei 9.279/96), Direitos Autorais (Lei 9.610/98), Software (Lei 9.609/98), Franquias (Lei 8.955/94), Inovação (Lei 10.973/2004), Cultivares (lei 9.456/97) e de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015). As leis serão disponibilizadas semanalmente no site https://www.diblasiparente.com.br/ledoreslegais

Unidos pela solidariedade, os sócios do escritório, Paulo Parente e Gabriel Di Blasi, fazem parte do time de ledores legais, que inclui os profissionais Daniela Colla, Érica Souza, Fernanda Mósca, Jhones Ferreira, José Roberto de Almeida e Renata Hohl que realizam a atividade no tempo livre.

“O escritório, sempre que possível, está envolvido em ações de responsabilidade social. Hoje, colaboramos com o Graac, o Instituto da Criança e o Paratodos. Com esse novo projeto, a nossa intenção é ampliar a atuação do escritório em ações sociais, que é algo que os nossos profissionais sempre estão dispostos a participar. A atividade é uma forma de compartilharmos algo que faz parte da nossa especialidade, permitindo que cada vez mais pessoas tenham acesso às leis e tenham conhecimento dos seus direitos”, explica Paulo Parente, sócio do escritório.

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019 Advocacia | 10:35

Revolução digital gera novas demandas jurídicas em setores tradicionais da economia

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Diante dos desafios trazidos pela inteligência artificial, blockchains, big data, algoritmos e afins, setores tradicionais da economia estão sendo empurrados para o centro do olho do furacão tecnológico. Para estruturar esses novos modelos de negócios, só conhecer as leis não basta. Os grandes escritórios de advocacia estão de olho nas experiências de outros países e também usando a criatividade para assessorar antigos e novos clientes.

“Há alguns anos começamos trabalhando com as fintechs. Hoje já temos o ambiente mais atrativo da América Latina. De uns dois anos para cá, as insurtechs movimentaram o setor de seguros. E vemos que essas mudanças trazidas pela tecnologia são cada vez mais abrangentes. Os empreendedores estão mapeando ineficiências e procurando soluções”, conta o advogado do escritório Pinheiro Neto, Roberto Panucci.

“O mundo acelerou. Antes, abria-se prazo de cinco anos para um setor se adaptar a mudanças. Hoje isso já não acontece mais. No máximo, um ano. Todos estão atentos e não querem ficar para trás. É preciso estar atualizado para lidar com esse novo cenário”, complementa Panucci.

O sócio fundador do Santos Bevilaqua, João Marcelo, também sublinha o desempenho das fintechs e prevê que outros nichos atinjam esse patamar. De acordo com levantamento do Radar Fintechlab, atualmente atuam mais de 400 startups financeiras no país, com o destaque para o Nubank, que se tornou em 2018 o primeiro unicórnio do setor – ao atingir o valor de mercado de US$ 1 bilhão.
Panucci e João Marcelo participaram em dezembro do ano passado de um debate sobre a regulação do setor de seguros promovido pelas startups StarteSe – que fomenta a cultura e a economia tecnológica e reúne 120 mil empreendedores, investidores e mentores em sua comunidade – e pela ThinkSeg, plataforma de seguros sob comando do executivo André Gregori (ex BTG e Fator). Eles consideram que o posicionamento proativo dos órgãos reguladores é essencial para a competividade brasileira.

“O Banco Central fez um esforço fenomenal para não só punir, mas incentivar a competição e, consequentemente, melhorar os serviços para o consumidor. O produto seguro não é tão atrativo quanto o de crédito, mas a Susep (Superintendência de Seguros Privados) também está olhando para o mercado e dialogando com o setor, o que é muito positivo”, avalia Panucci.

Adequação
O advogado do Pinheiro Neto diz que a banca faz questão de participar das discussões tanto com a iniciativa pública quanto com a privada na formatação dessa nova economia. Além de participar de eventos do setor, os profissionais buscam formação no Vale do Silício, maior parque tecnológico dos Estados Unidos. Para tocar os projetos, são montadas equipes multidisciplinares.
O sócio do Santos Bevilaqua aponta como maior desafio da área jurídica a velocidade com que todas essas transformações estão promovendo no mundo dos negócios. “Além de conhecer a lei, é preciso ser criativo, pensar para estruturar soluções nesta nova realidade. Pesquisar inovação é um esforço constante”, diz João Marcelo.

O próprio setor jurídico já passa por inovações tecnológicas pelas lawtechs ou legaltechs. Advogados e servidores da Justiça já se deparam com tecnologias que otimizam procedimentos e aprimoram a análise de cenários. Na opinião de Panucci, a área deve ser uma das próximas a sofrer impactos significativos neste ano, redefinindo o papel desses profissionais.

Outro setor que deve ser sacudido em 2019 é o de saúde. Para o advogado do Pinheiro Neto, as healthtech vão ganhar cada vez mais relevância e devem ganhar protagonismo. “Inteligência Artificial e Big Data são capazes de gerar algoritmos excepcionais, capazes de realizar bilhões de análises e identificar doenças antes mesmo que elas se manifestem. Isso causará um impacto gigantesco nas pessoas, na indústria e nas políticas públicas de saúde”, considera o Head de Inovação da StartSe, Cristiano Kruel.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018 Advocacia | 11:43

Advogado criminalista lança livro sobre “juízes estrelas” e a influência da internet em decisões judiciais

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O advogado criminalista Antônio Sérgio A. de Moraes Pitombo, do escritório Moraes Pitombo Advogados, lançou o seu quarto livro “Imparcialidade da jurisdição: problemas contemporâneos do processo penal”, que analisa, entre outros, o comportamento dos chamados “juízes estrelas” sob o espectro da sociedade em rede. O autor elenca os riscos para determinados processos e julgamentos criminais decorrentes de magistrados que tomam decisões sem se deter apenas aos autos e aos princípios constitucionais, tendo a imparcialidade comprometida por influência e pressão de opiniões multiplicadas em redes sociais e na mídia, sejam de aplauso ou vaia.

O estudo acadêmico que resultou no trabalho inédito de “Imparcialidade da jurisdição” foi iniciado em 2012, durante o pós-doutorado em Democracia e Direitos Humanos realizado por Antônio Pitombo na Universidade de Coimbra. A temática continua bastante atual e encontra referências desde os estudos do direito greco-romano sobre a neutralidade e a impessoalidade de juízes.

Como alegar perda da imparcialidade?

Uma das intenções do autor é colaborar com a discussão junto a profissionais do Direito sobre como identificar juízes propensos à parcialidade. Aqueles que apresentam maior tendência à violação de valores constitucionais, seja por estarem mais expostos às pressões da opinião pública, mesmo que não busquem diretamente os holofotes, ou por terem convicções pessoais com juízo de valor sem respaldo jurídico. Outra questão é como advogados e promotores podem alegar perda da imparcialidade por parte de um magistrado, justificando eventuais pedidos de afastamento do caso por impedimento, incompatibilidade ou suspeição.

O autor escreve, no capítulo 6: “O ponto nevrálgico do problema surge no momento em que o magistrado abandona o equilíbrio indispensável ao dever de julgar, em direito penal, particularmente para se interessar em agradar as pessoas que o acompanham mediante a internet. As decisões judiciais passam a ser pautadas conforme a impressão de como serão recepcionadas pelo público conectado à rede. A valoração dos fatos, de responsabilidade do juiz penal, fica acrescida deste novo fator externo ao processo judicial, sem controle de quem quer que seja, sem ciência da acusação, sem contrariedade da defesa.”

O criminalista lembra que, por muito tempo, a imagem que se tinha de juízes era de pessoas fechadas e isoladas em seus gabinetes. Prezavam, assim, por tomar decisões sem influências externas e com foco unicamente na lei, na garantia dos direitos e nos princípios constitucionais. “Hoje, é possível buscar dados sobre pessoas investigadas e réus na internet, analisar páginas pessoais em redes sociais, sem nenhum controle. Mas nenhum juiz confessa que faz isso. Essa influência virtual e a busca pela popularidade ficam mais claras quando um juiz trata de elementos que não estão nos autos, escreve frases de efeito simplesmente para terem repercussão sem conexão com a verdade dos fatos e das provas, tentando convencer não os autores do processo, mas um público maior, sobretudo em casos criminais de grande apelo midiático”, diz Pitombo em referência ao livro. Ele comenta, no capítulo 1, sobre a sedução pela alta exposição e por aplausos: “Não se trata de favorecer defesa ou acusação – não obstante seja esta normalmente a mais privilegiada por essa pressão dos meios de comunicação. Cuida-se de agir conforme melhor se construa a imagem perante a sociedade”.

Segundo o criminalista, a proteção da imparcialidade, tratada no capítulo 2 do livro, começa com o respeito à regra do juiz natural, assunto do capítulo 3. O quarto capítulo é dedicado à iniciativa instrutória do juiz penal. O quinto e o sexto capítulos abordam, respectivamente, a proteção dos sujeitos do processo penal no tocante à pré-concepção do magistrado, e a desvinculação subjetiva do juiz penal quanto às próprias decisões e sentenças.

Processo penal como proteção dos direitos dos acusados

No conceito moderno de Estado Democrático de Direito, o juiz é aquele que tem por missão fundamental garantir direitos. Ao lançar em paralelo “Obra em Processo Penal”, Antônio Pitombo explica que fez um resgate histórico do material publicado ao longo da carreira do jurista e professor Sérgio Marcos de Moraes Pitombo (1939-2003), um dos autores da Reforma Penal brasileira de 1984:

“Meu pai e outros dois renomados juristas, Joaquim Canuto Mendes de Almeida e Rogério Lauria Tucci, foram os primeiros a tratar em seus estudos do processo penal no Direito brasileiro com um novo ponto de vista. Não mais como um instrumento de persecução penal, para perseguir as pessoas, e sim como um instrumento de tutela da liberdade e de proteção do inocente, com respeito aos direitos do investigado e do acusado. Essa mudança de prisma trouxe uma outra maneira de interpretar as normas jurídicas, de uma forma constitucional. Para retomar a força desses conceitos, resolvi buscar os textos de estudos, artigos e palestras que estavam fragmentados e reuni-los em um só volume”.

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Advocacia | 11:28

Debate jurídico: o que esperar de 2019?

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No próximo dia 12 de dezembro, o escritório Davi Tangerino e Salo de Carvalho Advogados (DTSC) organiza em São Paulo rodada de perguntas e respostas com especialistas do mundo jurídico sobre expectativas para o próximo ano.

Serão debatidos pontos relevantes sobre o que podemos esperar do primeiro ano de Governo Bolsonaro sob as perspectivas criminal, concorrencial, tributária, de relações governamentais, privacidade de dados e tecnologia.

Participam do debate o sócio de DTSC e professor da FGV Davi Tangerino, que tratará dos temas criminais, Felipe de Paula, sócio de Levy & Salomão Advogados, que abordará as relações internacionais, Flávio Rubinstein, sócio de Vettori, Rubinstein & Foz Advogados e professor da FGV, com os temas tributários, Ivo Correa, diretor de regulação do Uber para a América Latina, que falará sobre tecnologia, a professora da UnB e do IDP Laura Schertel Mendes, que discute privacidade e proteção de dados, e a sócia de L.O. Baptista, com temas concorrenciais e regulatórios.

O evento acontece na rua Pitu, 72 – Brooklin. Inscrições: eventos@dtsc.com.br

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