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Arquivo da Categoria Judiciário

quarta-feira, 5 de julho de 2017 Judiciário, Ministério Público | 22:50

Projeto que reestrutura carreiras no MP-SP é aprovado

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O Projeto de Lei Complementar (PLC) 64/15, que tramitava em regime de urgência na Assembleia Legislativa de São Paulo e trata da reestruturação de carreiras no Ministério Público, foi aprovado hoje em votação no Plenário da Casa. Para a Associação dos Assistentes Jurídicos do Ministério Público de São Paulo (AAJUMP), a aprovação é fundamental para a valorização dos servidores.

O PLC 64/15 altera dispositivos da Lei Complementar Estadual nº. 1.118, de 1º. De junho de 2010, que dispõe sobre o plano de Cargos e Carreiras dos Servidores do MP paulista. A lei, na ocasião, criou o cargo de assistente jurídico, que atua diretamente com os promotores. Agora, com as funções estabelecidas, a categoria defende que haja um reajuste nas condições de carreira.

O presidente da AAJUMP, Vinicius Mendes, que foi um dos primeiros concursados ao cargo, diz que um dos principais objetivos da entidade é justamente conquistar melhores condições para a atuação do assistente jurídico. Para ele, mais do que criar novos cargos, é necessário valorizar a carreira.

“Foi em 2 de dezembro de 2015 que, a nosso pedido, a iniciativa de lei deu entrada na Assembleia Legislativa. A partir daí o projeto entrou em discussão inúmeras vezes, recebeu emendas dos parlamentares, mas demorou a obter o consenso para aprovação. Mas não medimos esforços no intuito de acelerar a tramitação e participamos incontáveis vezes de reuniões em busca de apoio político na Assembleia”, disse Vinicius Mendes, presidente da AAJUMP.

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quinta-feira, 15 de junho de 2017 Judiciário | 01:11

Justiça: Qual o limite entre cirurgias estéticas e reparadoras?

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Um conflito recorrente que tem chegado ao Judiciário são ações que opõem as operadoras de planos de saúde e os consumidores no que se refere aos limites entre cirurgias estéticas e reparadoras.
De sua parte, os planos de saúde não autorizam procedimentos tais como cirurgias plásticas e aplicação de botox, por exemplo, alegando justamente o caráter estético do procedimento.

Em outra variante, no entanto, a justiça tem firmado jurisprudência em favor dos usuários dos planos de saúde. Procedimentos que eram inicialmente reconhecidos como estéticos – e portanto não eram autorizados ou reembolsados aos consumidores – hoje em dia são considerados essenciais.

O advogado especialista na área de saúde, Leonardo Sobral Navarro, do Sobral Navarro Sociedade de Advogados, comenta que “quem define as necessidades do paciente, bem como, a necessidade da cirurgia sob ponto de vista clínico, é o médico assistente. Cabe ao médico definir, com base em exames e da análise clínica do paciente, se o procedimento é essencial ou não. Essa função é exclusiva do médico e não do plano de saúde”, adverte.

É o caso da cirurgia de reconstrução de mama, um procedimento que é decisivo na autoestima das mulheres vítimas de câncer na região. Essa intervenção chegou a ser considerada estética e rejeitada pelas operadoras. Mas hoje, com o aval do Judiciário, é tido como um procedimento reparador.

O mesmo raciocínio se aplica aos pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica e que necessitam retirar o excesso de pele. Infelizmente, no entanto, muitos convênios entendem erroneamente que esse procedimento é estético.

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sexta-feira, 26 de maio de 2017 Judiciário | 16:47

STF libera, em oito meses, 8,4 mil ações de repercussão geral

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O Supremo Tribunal Federal (STF) libera 8,4 mil ações de repercussão geral aos tribunais onde os processos foram iniciados, desde o início da gestão da presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, em setembro do ano passado. 

Os números foram apresentados pela chefe de gabinete da ministra no Supremo, Maria Cristina Petcov, a representantes de tribunais de Justiça de todo o país em reunião realizada no CNJ na última terça-feira (24/5). 

O instituto da repercussão geral foi criado em 2004 para aplicar as decisões do STF em casos considerados relevantes – econômica, política, social ou juridicamente – a processos semelhantes que tramitem nas instâncias inferiores.

No entanto, a aplicação da jurisprudência do Supremo não é automática e depende de alguns procedimentos. Um deles é a devolução de processos aos tribunais de origem, de responsabilidade do STF, que implica uma série de providências a serem tomadas pelos tribunais aos quais as ações são remetidas. A devolução ocorre após o STF reconhecer ou não a repercussão geral de determinado processo (leading case), em um de três cenários. 

Quando não reconhece a repercussão geral de um recurso, o STF se nega a analisá-lo e a decisão volta a ser do tribunal onde a ação foi apresentada. Se o Supremo, no entanto, reconhecer a repercussão geral em determinado caso, todos os processos idênticos vinculados àquela causa são devolvidos aos tribunais de origem para que sejam suspensos até decisão do STF sobre o mérito da ação.
 Após o julgamento do mérito, os processos relacionados também são devolvidos. Nesse caso, depende dos tribunais arquivar os processos ou adequar sua decisão à da instância máxima do Judiciário, conforme o entendimento da Suprema Corte. 

Devoluções
A Justiça de três estados – São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro – recebeu 62% dos processos de repercussão geral devolvidos nos últimos oito meses. Das 8.408 ações, 3.113 (37% do total) delas foram re-encaminhadas ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), outras 1.250 voltaram ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e 846, ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).
 
Gestão 
Segundo o secretário-geral do CNJ e juiz auxiliar da Presidência, Júlio Andrade, a iniciativa de reunir representantes do CNJ, do STF e dos tribunais de Justiça teve como objetivo aprimorar a gestão das ações judiciais abrangidas pela repercussão geral. “O encontro de hoje é um desdobramento da última reunião que a ministra Cármen Lúcia teve com os presidentes de tribunais de Justiça. Pretendemos facilitar a resolução dos processos de repercussão geral na Justiça Estadual“, afirmou o magistrado, que conduziu a reunião.

Temas 
De acordo com o Banco Nacional de Demandas Repetitivas e Precedentes Obrigatórios, do CNJ, existem atualmente 944.045 processos em tramitação nos órgãos do Poder Judiciário com andamento sobrestado (suspenso) por decisão do Supremo. Boa parte dessas ações é relativa a demandas que questionam planos econômicos, desaposentação, correção monetária e fornecimento obrigatório de medicamentos pelo Estado, de acordo com informações atualizadas em 24 de maio do Supremo Tribunal Federal. 

As informações são do STF

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quarta-feira, 8 de março de 2017 Judiciário | 21:28

TRT-15 faz abertura do Ano Judiciário com homenagem a personalidades e instituições

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O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, desembargador Fernando da Silva Borges, promove na próxima sexta-feira (10/03), às 15h30, a solenidade de Abertura do Ano Judiciário do Trabalho da 15ª Região e da outorga das comendas da Ordem do Mérito Judiciário da Justiça do Trabalho da 15ª, com a imposição de insígnias Grande Colar e Medalha Ouro. O evento acontece no Plenário Ministro Coqueijo Costa (Rua Barão de Jaguara, 901, 3º Andar, no centro).
 
Tradição de mais de 20 anos, a outorga das comendas contempla ministros, desembargadores e procuradores, além de pessoas e instituições que se destacam no meio político, social e da Justiça do Trabalho.  A lista dos homenageados deste ano, aprovada pelo Tribunal Pleno da 15ª em sessão administrativa ocorrida no dia 17 de novembro de 2016, é composta por 37 personalidades, três instituições sociais e uma empresa jornalística.
 
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) divulgados no dia 24 de fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam aumento da taxa de desocupação no país, estimada em 12,6% no trimestre encerrado em janeiro de 2017. O crescimento foi de 0,8 ponto percentual em relação ao período de agosto a outubro de 2016 (11,8%). A população desocupada (12,9 milhões de pessoas) cresceu 7,3% (mais 879 mil pessoas) em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016 e subiu 34,3% (mais 3,3 milhões de pessoas) no confronto com igual trimestre do ano anterior (fonte: http://obtrabalho.mte.gov.br).
 
Responsável pelo atendimento de praticamente 50% da população do Estado de São Paulo (são 599 municípios jurisdicionados), o TRT da 15ª Região sente os efeitos da crise econômica e social. Segundo dados da Coordenadoria de Pesquisa e Estatística do TRT-15, ingressaram na 1ª instância da 15ª em 2016 345.734 ações na fase de conhecimento, 7,2% a mais do que no ano anterior, quando foram recebidas 322.551 ações. Na 2ª instância, foram recebidos 122.728 processos, 5,6% maior do que os 116.249 registrados em 2015. Dados comparativos indicam alta na casa de 6% também em 2017, com 23.930 ações recebidas na 1ª instância em janeiro contra 22.598 ajuizadas no mesmo período do ano anterior. “De acordo com o artigo 7º da Constituição Federal de 1988, o empregado tem até dois anos após a extinção do contrato de trabalho para reclamar direitos não cumpridos. Portanto,  a expectativa  do Judiciário Trabalhista da 15ª Região é de aumento progressivo do número de processos nos próximos dois anos”, prevê o presidente do TRT, desembargador Fernando Borges.

Aposta na Conciliação
A conciliação como metodologia alternativa de solução de conflitos, conforme preconiza a Resolução nº 174/2016 do CSJT, que dispõe sobre a política judiciária nacional de tratamento adequado das disputas de interesses no âmbito do Poder Judiciário Trabalhista, está entre as prioridades de gestão do TRT para este biênio 2016-2018. Considerada o caminho mais curto para solucionar um processo, a conciliação qualificada é a aposta para o enfrentamento da demanda crescente de ações e, consequentemente, para a desjudicialização do conflito trabalhista.
 
Em 2016, a 15ª Região destinou aos reclamantes o valor de R$ 2.884.238.963,73, sendo R$ 1.741.562.547,01 em acordos, R$ 782.996.755,69 em execuções e R$ 359.679.661,03 de forma espontânea.  Das 311.076 ações de 1ª instância solucionadas no ano, 126.805 ocorreram por meio da conciliação, o que corresponde a um índice de 40,76%. Além da sua função primordial de resolver os conflitos trabalhistas, a Justiça do Trabalho é também grande arrecadadora de tributos, multas e emolumentos para a União. O TRT-15 destinou aos cofres públicos o valor de R$ 249,3 milhões em 2016.
 
Execução Trabalhista
Quanto às execuções trabalhistas (fase processual em que já existe a condenação, mas o devedor não cumpre a decisão judicial), o TRT-15 tem recorrido com sucesso às ferramentas online disponíveis na busca por maior efetividade, reduzindo consideravelmente o estoque: 30,08% em dois anos. O TRT-15 fechou o ano de 2016 com 167.486 processos na fase de execução. Em 2014 eram 239.569. Em Correição Ordinária do Tribunal Superior do Trabalho (TST), realizada em setembro, o ministro corregedor-geral da Justiça do Trabalho, Renato de Lacerda Paiva, destacou o desempenho do TRT-15 na fase de execução, que registrou taxa de produtividade de 164%, enquanto que a média nacional, envolvendo os 24 TRTs, foi de 85%. “A meta para 2017 é de aprimorar o uso das ferramentas para melhorar ainda mais a efetividade na execução, dando continuidade à redução progressiva do estoque”, salienta o desembargador Fernando Borges.
 
Homenagens
Criada em 1992, a outorga das comendas tem como objetivo exaltar os méritos, a dedicação e os relevantes serviços prestados por autoridades, membros da sociedade e entidades. Dentre os 14 homenageados com o Grande Colar estão a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia, e o ministro da Justiça licenciado e indicado ao STF, Alexandre de Moraes (presenças não confirmadas).  Ainda do STF, serão agraciados os ministros José Antonio Dias Toffoli (vice-presidente do órgão) e José Celso de Mello Filho. O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio Noronha, também receberá o Grande Colar, bem como o presidente e o vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, respectivamente, os desembargadores Paulo Dimas de Bellis Mascaretti e Ademir de Carvalho  Benedito.
 
Figuram ainda na lista de agraciados com o Grande Colar desembargadores presidentes de Tribunais Regionais do Trabalho: Francisco Sérgio Silva Rocha (8ª Região – PA/AP – biênio 2014/2016); Gracio Ricardo Barboza Petrone (12ª Região – SC); James Magno Araújo Farias (16ª Região – MA, também presidente do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho – Coleprecor); e Fábio Túlio Correia Ribeiro (20ª Região – SE, biênio 2014/2016). A corregedora regional do TRT da 2ª Região (SP), desembargadora Jane Granzoto Torres da Silva, também integra a lista.  Na categoria Instituição, o TRT-15 reconhece, com a imposição da insígnia do Grande Colar, o importante papel desempenhado pelo Jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba em sua missão de informar a sociedade e formar cidadãos.
 
Com a Medalha Ouro, serão homenageados os deputados federais Carlos Sampaio, Fausto Ruy Pinato, Baleia Rossi e Ademir Camilo; o presidente da Subseção de Campinas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Daniel Blikstein; o juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Fernando Moro (presença não confirmada), além de diversos desembargadores do Trabalho e do TJ de São Paulo, procuradores, magistrados, educadores  e membros do alto escalão da polícia militar paulista.

Com informações do TRT-15

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017 Judiciário, STF | 14:52

Missa em memória a Teori Zavascki será dia 17 no STF

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O Supremo Tribunal Federal comunicou nesta sexta-feira (10/02) que a missa de 30º dia, em memória do ministro Teori Zavascki, será realizada no dia 17 de fevereiro, daqui a uma semana, às 18h, na Catedral Metropolitana de Brasília.

Ministro Teori Zavascki durante sessão da 2ª turma do STF em 2016. Foto: Nelson Jr

Ministro Teori Zavascki durante sessão da 2ª turma do STF em 2016. Foto: Nelson Jr

Teori Zavascki era ministro da Casa e relator das investigações da Operação Lava Jato e morreu após a queda de um avião no mar de Paraty em 19 de janeiro. O velório ocorreu no dia 21, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Ele era Catarinense, nasceu na cidade de Faxinal dos Guedes em 1948.

“Fica como modelo por essa capacidade que teve: de ser um ser humano alegre sendo sério; responsável, sendo rigoroso. Como amigo extremamente divertido, um juiz exemplar. Ele era um juiz voltado para o exercício da sua função”, afirmou a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.

O programa “Repórter Justiça”, do Supremo, fez uma reportagem especialmente dedicada ao ministro e entrevistou os três filhos dele, que contaram algumas histórias da vida pessoal de Teori Albino Zavascki. Confira:

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Judiciário | 12:14

TJ confirma concessão de zoológico do Rio ao Grupo Cataratas

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A 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) manteve a decisão que confirma a concessão do zoológico do Rio ao Grupo Cataratas. Em 28 de outubro, uma decisão do TJ já havia derrubado a liminar de 6 de outubro contrária a concessão pela prefeitura. Faltava, porém, o julgamento do mérito, que aconteceu na última quinta-feira (9/2) e confirmou o direito da empresa de administrar o espaço. O Grupo assume o compromisso de investir R$ 65 milhões em 24 meses. A vitória na ação foi do escritório Basilio Advogados.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017 Judiciário | 20:31

Entenda como se dá a sucessão de Teori no Supremo

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A morte repentina do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, vítima de um acidente aéreo em Paraty, no litoral sul do Rio, na tarde desta quinta (19/1, mexe com a estrutura da mais alta Corte do País, principalmente num momento delicado em que questões políticas estão em pauta. Teori era o relator da Operação Lava Jato no Supremo.

“A sucessão se dá pela mesma metodologia, em que o presidente da República indica o nome, o Senado Federal sabatina e é nomeado o novo ministro. O acervo do Teori, ate o que tange a relatoria da Lava Jato pelo artigo 38, inciso IV do regimento interno do STF aguarda um novo ministro ser nomeado, e por aí vai”, explicou o advogado Pedro Horta, especialista em direito eleitoral, sócio do Dorta & Horta Advogados e professor de Direito Constitucional do Complexo Damásio Educacional.

No Supremo
Independente do caso envolvendo a Lava Jato, no Supremo o órgão tem funcionamento normal com dez ministros. “Os votos de maioria têm de ser de seis ministros, da mesma forma. A cláusula de reserva de plenário tem que ter a maioria do Supremo originaria, que é de onze integrantes. Então são oito votos”, explicou Horta.

A presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, pelo site do Supremo, se manifestou sobre a morte em nota.

“A consternação tomou conta do Supremo Tribunal Federal, neste 19 de janeiro, com a notícia da morte de um dos mais brilhantes juízes que ajudaram a construir a história deste Tribunal e do País. O ministro Teori Zavascki representa um dos pontos altos na história da nossa Justiça. O seu trabalho permanecerá para sempre, e a sua presença e o seu exemplo ficarão como um rumo do qual não nos desviaremos, cientes de que as pessoas morrem, suas obras e seus exemplos, não. A morte põe fim a uma Vida, mas não acabam a amizade, a convivência nobre, gentil e fecunda do amigo dos amigos. Nem a generosidade com todos que caracterizava o ministro Teori Zavascki.
O sentimento de dor e de saudade servirá de permanente lembrança para os compromissos que marcaram a vida do ministro, uma responsabilidade nossa, a fim de perseverarmos, também em sua homenagem, na mesma trilha. O STF solidariza-se com a família do ministro Teori Zavascki e agradece as manifestações de pesar recebidas pela sua morte”.

Ele deve ser velado no STF e será enterrado em Santa Catarina.

“Além de Teori, quem também morreu no cargo foi o Ministro Carlos Alberto Menezes Direito, em 1 de setembro de 2009. Ele estava de licença-médica há quase quatro meses, antes do falecimento, tratando de um câncer”, lembrou o advogado Pedro Horta.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017 Judiciário | 21:57

Câmara aprova direito de mães amamentarem em prova de concurso

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A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou o Projeto de Lei 3220/15, do senador José Medeiros (PSD-MT), que assegura às mães o direito de amamentarem seus filhos de até seis meses de idade durante a realização de concursos públicos federais.

Pela proposta, a mãe indicará um acompanhante responsável pela guarda do lactente no período das provas. Esse acompanhante, que deverá chegar ao local até o horário estabelecido para o fechamento dos portões, ficará com a criança em local próximo, reservado à amamentação.

A mãe terá o direito de amamentar cada filho, se tiver mais de um, em intervalos de duas horas, por até 30 minutos cada um. O tempo despendido será compensado na realização da prova. Durante a amamentação, a mãe deverá ser acompanhada por um fiscal.

Para a relatora na comissão, deputada Flávia Morais (PDT-GO), não há atitude mais nobre de uma mãe para com seu filho que o amamentar. “A mulher, da qual a criança depende, não terá condições idênticas de competição nos concursos públicos se não puder amamentar seu filho durante a realização das provas”, disse. Morais acrescentou que a proposta é mais uma forma de a administração pública demonstrar a importância da amamentação.

Solicitação prévia
Conforme o texto aprovado, só será garantido o direito à amamentação às mães que solicitarem a autorização previamente aos organizadores do concurso, de acordo com prazo a ser determinado em edital.

Muitos editais atualmente já preveem a possibilidade de a candidata amamentar e de haver um acompanhante para ficar com o bebê durante a prova. O projeto do senador José Medeiros torna essa possibilidade lei.

Tramitação
A proposta tramita em regime de prioridade e em caráter conclusivo e será ainda analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

As informações são da Agência Câmara

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terça-feira, 29 de novembro de 2016 Judiciário | 12:47

Judiciário de SC se manifesta sobre acidente na Colômbia

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Em uma nota publicada às 11h26 desta terça-feira (29/11), o Poder Judiciário de Santa Catarina registrou seu “extremo pesar com o trágico acidente aéreo ocorrido na noite da última segunda-feira (28),na Colômbia, envolvendo a seleção da cidade de Chapecó, tripulantes e jornalistas.

“O tribunal manifesta sua solidariedade aos familiares das mais de 70 vítimas, entre elas atletas, dirigentes, jornalistas e torcedores da Associação Chapecoense de Futebol.
O clube da região oeste do Estado, representante brasileiro nas disputas da Copa Sulamericana, registrou trajetória ascendente no cenário esportivo nos últimos anos, motivo de orgulho para todos os catarinenses”.

A comarca de Chapecó, em respeito a comoção e dor que se instalou na cidade e região, suspendeu seu expediente nesta terça-feira (29/11).

Rio Grande do Sul
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), usando uma imagem preta, manifestou seu luto por meio de uma noticia de transferência de data de um seminário. “Em luto pelas vítimas da tragédia aérea ocorrida com o time de futebol da Chapecoense, delegação e Jornalistas, e considerando que muitos profissionais que são público alvo do evento estão em força tarefa para a cobertura do acidente, o Tribunal de Justiça informa que o seminário ‘Entendendo o Processo Penal’ será transferido. Nova data será definida, com precisão de realização na próxima semana. Os participantes inscritos serão informados do novo dia agendado para o evento”.

O TJ gaúcho foi o único fora de Santa Catarina a se manifestar. Os tribunais superiores, Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Tribunal Superior do Trabalho (TST) não emitiram nota. Outros tribunais que englobam a região Sul do país também não se manifestaram.

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terça-feira, 6 de setembro de 2016 Judiciário | 16:52

Campanha “De Olho no Fórum” avaliou os Cartórios do Futuro do Fórum João Mendes Jr

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O presidente da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), Leonardo Sica, reuniu-se na última segunda-feira (5/8) com a juíza corregedora da Unidade de Processamento Judicial (UPJ) I, Anna Paula Dias Costa, e com o juiz corregedor da UPJ II, Rogério Marrone, do Fórum João Mendes, para entregar aos magistrados os resultados da campanha da AASP “De Olho no Fórum”, que durante 37 dias avaliou a qualidade dos serviços prestados nas respectivas varas dos denominados Cartórios do Futuro.

A enquete colheu a opinião sobre quesitos como agilidade do cartório na execução de providências necessárias ao andamento dos processos, recursos para execução dos serviços (espaço físico de trabalho, atendimento, mobiliário, equipamento e material), cordialidade do atendimento, capacidade do servidor para realizar o atendimento e tempo médio de espera na fila para atendimento.

Manifestando-se sobre a avaliação, a juíza Anna Paula Dias Costa declarou que existem aproximadamente 30 mil processos tramitando na UPJ I e compartilhou o resultado com o Tribunal de Justiça, que tem apoiado o projeto do Cartório do Futuro, capacitando mais ainda os servidores, melhorando a funcionalidade dos sistemas, tornando a unidade mais adequada e mais ágil. “O tribunal tem olhado por nós, por isso entrego esta homenagem aos advogados, aos funcionários e ao Tribunal de Justiça”, afirmou.

Já na UPJ II, que tem cerca de 40 servidores e por onde tramitam 23 mil processos, o juiz Rogério Marrone disse que os resultados se devem não só aos juízes que compõem a unidade, mas principalmente aos servidores: “Formou-se uma equipe, esta equipe se concentrou, teve consciência das dificuldades e hoje estamos paulatinamente superando os obstáculos. Tem alguma coisa ainda para ser feita, mas em relação à nossa instalação, que foi em novembro do ano passado, nós melhoramos, e melhoramos muito”.

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