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Arquivo da Categoria Fusões e Aquisições

terça-feira, 19 de julho de 2011 Fusões e Aquisições | 17:56

Dona da marca Le Lis Blanc compra empresa de jeans por R$ 29 milhões

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A Restoque, que opera as redes de lojas Le Lis Blanc e Bo.Bô, comprou 100% do capital da Foose Cool Jeans Ltda., empresa que detém a marca de jeans John John. O escritório TozziniFreire Advogados assessorou o negócio. O valor da compra foi de R$ 29,1 milhões

A aquisição foi divulgada, oficialmente, nesta segunda-feira (18/7).No TozziniFreire o trabalho foi conduzido pela área de Fusões e Aquisições, sob coordenação do sócio Mauro Guizeline.

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sábado, 11 de junho de 2011 Concorrência, Fusões e Aquisições | 05:21

BR Foods tem patrocínio do governo federal, diz advogado

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A possível reprovação do negócio entre Sadia e Perdigão revela bastidores de uma negociação que envolvia não apenas empresas, mas, também, o governo federal.

“A BR Foods foi constituída com o patrocínio do governo federal e dos fundos de pensão de sua esfera de influência (Previ e Petros), além do forte apoio do BNDES e a estratégia declarada de criar um ‘campeão nacional’: uma multinacional verde-amarela no setor de alimentos”, disse Sérgio Varella Bruna, de Lobo & de Rizzo Advogados, especialistas em Direito da Concorrência e Regulação no Brasil.

Na última quarta-feira (8/6), o relator do caso no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Carlos Ragazzo, votou pela reprovação da união das empresas, que criou a BRF – Brasil Foods. Para o advogado, o voto, que tinha mais de 500 páginas e contou com uma leitura de mais de quatro horas, trouxe à tona a independência do órgão antitruste no Brasil.

“A disposição revelada ontem pelo Cade de reprovar a fusão sinaliza uma emblemática afirmação de independência do órgão de concorrência frente aos interesses do Governo Federal”, opina.

Sergio Varella Bruna, que já presidiu o Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (Ibrac), acredita que ainda possa haver negociação entre a BR Foods e o Cade.

“O Cade certamente estará disposto a retomar o diálogo caso a BRF dê sinais de que está preparada para fazer concessões desfazendo-se de uma parte importante de seus negócios. Até o final do julgamento é possível alcançar uma solução negocial”, completou.

No voto, Ragazzo determinou que as empresas desfaçam a operação ou a Perdigão (hoje BRF Foods) deverá alienar o percentual adquirido da Sadia. Se todos seguirem o voto de Ragazzo, até o final de junho não deverá existir mais a gigante no setor de alimentos.

Isso porque o conselheiro determinou que em 10 dias –a partir do término do julgamento, que deve voltar à pauta no próximo dia 15– não mais poderão coordenar as atividades relacionadas à comercialização de carnes in natura de Peru que eram permitidas no mercado nacional conforme autorizado pelo Apro.

Acompanhe:
“Não sou inflexível, quero negociar”, diz presidente da BR Foods sobre ameaça de veto
Relator do caso BRF Foods no Cade vota pela reprovação do negócio
Fusão Sadia e Perdigão deve parar na Justiça
Sob ameaça do Cade, Brasil Foods perde R$ 2,7 bilhões em junho
Cade nega pedido do MPF para adiar julgamento da BR Foods
“Caso Sadia e Perdigão é o mais complexo do Cade”, diz advogado da BR Foods
BR Foods aposta que pedido de vistas possa favorecer aprovação

Veja cronologia da fusão:
25 de setembro de 2008 – A Sadia, a maior processadora e exportadora de carne do país, anuncia perdas de R$ 760 milhões com operações de derivativos cambiais. A empresa encerra o ano com prejuízo de R$ 2,5 bilhões, o maior em seus 64 anos de história.

Maio de 2009 – Os presidentes da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e da Perdigão, Nildemar Secches, antes concorrentes ferrenhos, anunciam a fusão entre as duas empresas e a criação da BRF Brasil Foods.

Setembro de 2009 – é concluída a troca de ações entre as empresas. A Sadia transformou-se em uma subsidiária da Perdigão, que passou se chamar BRF Brasil Foods. As empresas ainda se mantêm como entidades separadas, à espera do julgamento do Cade.

30 de junho de 2010 – Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), ligada aos Ministério da Fazenda, emite parecer em que afirma a fusão “resulta em concentrações significativas em diversos mercados relevantes de oferta de carne in natura e produtos industrializados”. A secretaria recomenda o licenciamento das marcas Perdigão ou Sadia por, no mínimo, cinco anos, além da venda de um conjunto de fábricas e unidades de abate.

Julho de 2010 – A Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça, acompanha a avaliação da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae).

Maio de 2011 – Parecer dos procuradores do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomenda fortes restrições ao acordo ou a reprovação do negócio.

08 de junho de 2011 – Com um voto que durou mais de quatro horas, o conselheiro relator do Cade no caso Sadia-Perdigão, Carlos Ragazzo, votou pela reprovação da união das empresas. Um dos conselheiros pede vistas do processo e o julgamento é suspenso.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011 Concorrência, Fusões e Aquisições | 04:00

Fusão Sadia e Perdigão deve parar na Justiça

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O mesmo caminho trilhado pelas empresas Nestlé e Garoto, quando a primeira comprou a segunda, deve ser seguido pela BR Foods, gigante de alimentos que pretende a fusão entre a Sadia e Perdigão. Isso porque a fusão deve ser reprovada no âmbito do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça.

“Essa foi uma reação mais brusca do que o mercado esperava, já que a expectativa era a aprovação com restrições. Provavelmente, se for reprovado mesmo, o caso será levado ao judiciário e demorar muito, a exemplo do caso Nestlé e Garoto”, disse Roberto de Marino, do Peixoto e Cury Advogados.

Apesar do julgamento ter apenas um voto, o do relator do caso, Carlos Ragazzo, os demais conselheiros elogiaram a análise de mais de 500 páginas do colega de plenário. O caso foi adiado em função do pedido de vista do relator Ricardo Ruiz, e deve voltar à pauta no próximo dia 15.

“O voto dele foi bastante duro. As empresas provavelmente esperavam uma brecha para firmar o TCD [Termo de Compromisso de Desempenho], uma possível negociação, mas nem isso ocorreu”, comentou Tatiana Lins Cruz, da Advocacia José Del Chiaro.

Tática errada
O especialista em concorrência André Almeida, sócio do Almeida Advogados, acredita que a BR Foods tentou a mesma tática usada pela união entre Brahma e Antárctica, que criou a Ambev. Mas deu um tiro no pé.

“O Cade sinalizou que gostaria que eles abrissem mão de uma das marcas, mas eles estão peitando, pagando para ver e apostando em um final parecido com Brahma e Antártica e não em algo semelhante com Nestlé e Garoto”, disse o advogado, lembrando de grande casos que chegaram ao órgão antitruste.

Ele salienta que, no caso da Ambev, as empresas defendiam que o mercado relevante não era o Brasil, mas o mundo e que, por isso, uma multinacional teria mais força para competir com as gigantes no setor de bebidas. “Eles alegaram que uma multinacional teria mais musculatura para concorrer lá fora, mas isso deu certo com a Ambev, apenas”, comenta Almeida.

A diferença básica entre o caso Sadia-Perdigão e Nestlé-Garoto é que a primeira assinou um Acordo de Preservação e Reversibilidade da Operação (Apro) , que garantiu que as empresas ficassem separadas.

“Em tese, se realmente todos os demais conselheiro seguirem o voto do relator, o prejuízo vai ser menor em função do Apro, já que as empresas não foram integradas e mantiveram as estruturas totalmente independentes”, acredita Bruno Drago, do Demarest e Almeida Advogados.

Acompanhe o caso:
Sob ameaça do Cade, Brasil Foods perde R$ 2,7 bilhões em junho
Relator do caso BRF Foods no Cade vota pela reprovação do negócio
Cade nega pedido do MPF para adiar julgamento da BR Foods
“Caso Sadia e Perdigão é o mais complexo do Cade”, diz advogado da BR Foods
Ação da Brasil Foods lidera perdas na Bolsa em dia de Cade
BR Foods aposta que pedido de vistas possa favorecer aprovação

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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Concorrência, Fusões e Aquisições | 20:07

BR Foods aposta que pedido de vistas possa favorecer aprovação

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Em nota, a BRF Brasil Foods, resultado da fusão entre Perdigão e Sadia, acredita que o pedido de vistas do conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) Ricardo Ruiz pode favorecer o aval dos demais na aprovação do negócio entre as gigantes.

O conselheiro relator do caso, Carlos Ragazzo, num voto de mais de 500 páginas, recomendou que a operação seja reprovada.

“A BRF discorda do posicionamento do relator. A companhia considera o pedido de vistas positivo, por entender que o caso é complexo e, agora, com o pedido de vistas, os demais quatro conselheiros terão mais tempo para avaliar a questão. A companhia apresentou a todos os cinco conselheiros que participam da análise da operação uma proposta inicial de acordo. A BRF está, como sempre esteve, à disposição do Cade para uma solução negociada e acredita numa análise justa e imparcial do caso. (…)A aprovação da fusão é pró-competitiva e não trará prejuízo aos milhões de consumidores atendidos por suas marcas, que se beneficiarão das eficiências geradas pelo negócio, em especial com relação à efetiva queda de preços. A título de informação, no ano de 2010 os preços da BRF tiveram aumento médio de 3,6%, índice bem abaixo da inflação”, disse a BR Foods em nota.

Acompanhe o caso:
Relator do caso BRF Foods no Cade vota pela reprovação do negócio
Cade nega pedido do MPF para adiar julgamento da BR Foods
“Caso Sadia e Perdigão é o mais complexo do Cade”, diz advogado da BR Foods
Ação da Brasil Foods lidera perdas na Bolsa em dia de Cade

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Concorrência, Fusões e Aquisições | 17:39

Relator do caso BRF Foods no Cade vota pela reprovação do negócio

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Com um voto que durou mais de quatro horas, o conselheiro relator do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no caso Sadia-Perdigão, Carlos Ragazzo, votou pela reprovação da união das empresas, que criou a BRF – Brasil Foods.

“Deve ser entendido que essa união não atinge artigos de luxo ou de segunda necessidade, mas de comida, e que prejudicam ainda mais a classe C e D”, disse. “Todas as marcas preferidas dos consumidores são as duas principais marcas que podem vir a ser unidas e não terão concorrência caso fiquem sob a mesma gestão”, completou.

Depois do voto de Ragazzo, o julgamento foi suspenso em função do pedido de vista do conselheiro Ricardo Ruiz que, apesar de demonstrar estar de acordo com o entendimento apresentado pelo relator do caso, preferiu ler o voto de mais de 500 páginas “com mais cuidado”.

“Eu gostaria ainda de parar e pensar um pouco. Vou me debruçar no voto e trazer o caso na sessão do próximo dia 15 [de junho]”, disse Ruiz.

Voto do relator
O conselheiro Ragazzo fez duras críticas às posturas das empresas durante os mais de dois anos que a união foi anunciada. No entendimento dele, o processo teve 63 manifestações e 19 pareceres enviados pelas partes, somando um processo com 13 mil páginas, sendo que 2.851 delas apresentadas pelas empresas, teve o objetivo de postergar a decisão do Cade.

“A aprovação desse ato tem condão de proporcionar aumento de preços e danos extremos aos consumidores. A única concorrente da Sadia sempre foi a Perdigão e vice-versa. Com a fusão, haverá o fim da rivalidade”, disse o relator.

Ragazzo também negou a possibilidade da assinatura de um Termo de Compromisso de Desempenho (TCD). Ao final do voto, o relator afirmou que as empresas devem desfazer o negócio ou a Perdigão alienar a participação societária adquirida pela Sadia, com o objetivo de evitar dano ao consumidor.

“Assinar um TCD é a contratualização de cartel”, concordou Ruiz.

Termos
Ao final do voto, Ragazzo citou o Acordo de Preservação e Reversibilidade da Operação (Apro), que garantiu que as empresas permanecessem separadas antes do julgamento.

A reprovação da operação não significa uma ruptura do status quo atual tendo em vista a existência do Apro. As empresas deverão desfazer a operação ou a Perdigão (hoje BRF Foods) deverá alienar o percentual adquirido da Sadia.

Até o desfazimento da operação o Apro ficará em vigor. Em 10 dias não mais poderão coordenar as atividades relacionadas à comercialização de carnes in natura de Peru que eram permitidas no mercado nacional conforme autorizado pelo Apro”, disse.

Acompanhe:
Cade nega pedido do MPF para adiar julgamento da BR Foods
“Caso Sadia e Perdigão é o mais complexo do Cade”, diz advogado da BR Foods
Ação da Brasil Foods lidera perdas na Bolsa em dia de Cade

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Concorrência, Fusões e Aquisições | 14:39

“Caso Sadia e Perdigão é o mais complexo do Cade”, diz advogado da BR Foods

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O advogado Paulo de Tarso Ribeiro, da BRF – Brasil Foods, que representa a antiga Perdigão, disse que a empresa defende a aprovação da operação sem restrições ou com aceitação de acordo, conhecido como TCD, o Termo de Compromisso de Desempenho. Também disse que a fusão é o caso mais complexo do Cade até hoje.

Ele revelou que foram realizados 19 pareceres sobre a fusão. “É normal em um processo com essa complexibilidade esse numero de pareceres. Talvez esse seja o caso mais complexo da história do Cade”, comentou Ribeiro.
Dentre os pareceres encomendados, está o de Elisabeth Farina, ex-presidente do Cade que antecedeu a gestão de Arthur Badin.

“A questão da participação do mercado é uma condição necessária para avaliação, mas não única condição”, disse o advogado durante os 15 minutos da sua fala.

Ribeiro comentou também que a união das empresas representaria o nascimento da terceira maior exportadora do País, atrás somente de Vale e Petrobras. “É fundamental preservar esse caráter, além de a empresa gerar tanto emprego no País. Complementaridade industrial é o que deve permear a análise do caso”, ressaltou.

O advogado da BR Foods também citou a demora na escolha dos novos membros do Cade. “Conseguimos falar com os conselheiros nas duas últimas semanas em função da tardia nomeação de todos”, assinalou Ribeiro, em referência às indicações do novo presidente, Fernando Furlan –que sucedeu Arthur Badin– e a nomeação de Marcos Paulo Veríssimo e Elvino de Carvalho Mendonça.

Depois dele, foi a vez da advogada da Sadia, Barbara Rosemberg. Assim como Ribeiro, ela defendeu a aprovação do negócio entre as empresas.

Concorrentes
O advogado da empresa Dr Oetker, Thiago Thiago Britto, se mostrou preocupado com a concorrência no País caso a união da Sadia e Perdigão seja aprovada.

“A distribuição do mercado, em especial, dos resfriados e congelados, em especial as pizzas, vai comprometer principalmente os pequenos varejistas. Os espaços nos freezers são destinados apenas a essas empresas grandes, que ainda conta com expositores nos locais. Vai prevalecer a leis dos mais fortes”, salientou.

Mais cedo, quando o caso foi levado à pauta, o Ministério Público Federal (MPF) tentou adiar o julgamento da fusão. O pedido de vista foi apresentado no inicio da sessão e o procurador do Cade, Gilvandro Vasconcelos Coelho de Araújo, primeiro a falar, defendeu que o julgamento não deveria ser adiado porque a solicitação do MPF aconteceu após a publicação da pauta da sessão desta quarta-feira (8/6).

O entendimento foi seguido, por unanimidade, pelos conselheiros do Cade que, hoje, tem o conselheiro Olavo Chinaglia como presidente, já que Fernando Furlan está impedido de atuar no caso. “Dado o meu impedimento, passo a sessão ao mais antigo do conselho, Olavo Chinaglia”, disse.

Até o fechamento desta nota, às 14h30, o julgamento prosseguia com o voto do relator do caso, conselheiro Carlos Ragazzo, que apresentou dados sobre os mercados processados pela fusão.

Acompanhe:
Em dia de julgamento no Cade, ação da BRF lidera perdas na Bolsa
Cade nega pedido do MPF para adiar julgamento da BR Foods

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Fusões e Aquisições | 10:58

Cade nega pedido do MPF para adiar julgamento da BR Foods

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O Ministério Público Federal (MPF) tentou adiar o julgamento da fusão entre Perdigão e Sadia, sem sucesso. O pedido de vista foi apresentado no inicio da sessão e o procurador do Cade, Gilvandro Vasconcelos Coelho de Araújo, primeiro a falar, defendeu que o julgamento não deveria ser adiado porque a solicitação do MPF aconteceu após a publicação da pauta da sessão desta quarta-feira (8/6).

A pauta foi divulgada na quinta-feira da semana passada, dia 2 de junho.

A alegação da procuradoria era a de que os advogados das empresas buscaram o MPF na semana passada para negociar um possível Termo de Compromisso de Desempenho (TCD). Mas, simultaneamente, a pauta desta semana do Cade teria sido publicada, o que publicou os trâmites do processo no Cade pelo MPF.

“É preciso que se tenha maturidade institucional, não se trata atingir alguém, peço desculpas, mas é apenas exercer um direito. Não há perigo que haja aumento de prazo”, disse o representante do MPF.

No entanto, os conselheiros seguiram o entendimento do relator do caso, Carlos Ragazzo, que defendeu a manutenção do caso sobre a formação da BRF (Brasil Foods) — resultado da fusão entre Perdigão e Sadia– na pauta.

“Sinto-me não intimado para o processo. Se criou a possibilidade de aprovação. Não posso ficar para esse julgamento porque não fui intimado a ele. Não tenho nenhuma situação de desrespeito ao plenário, mas a este caso não me sinto intimado”, disse o representante do MPF, ao lamentar a negativa do pedido de adiamento.

O presidente do conselho, Fernando Furlan, se declarou impedido de participar do caso em função do parentesco com o ex-ministro Luiz Fernando Furlan, atual presidente do Conselho de Administração da Sadia. Com isso, quem preside esse julgamento é o conselheiro Olavo Chinaglia.

Acompanhe:
Cade põe em xeque fusão entre Sadia e Perdigão
Para BRF, aprovação da fusão em 2011 é necessidade

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Fusões e Aquisições | 05:35

Los Grobo, Sollus e Cia Mineira de Açúcar e Álcool planejam fusão

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O grupo argentino Los Grobo, uma das grandes empresas do agronegócio do Mercosul, a Sollus Agrícola e a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA) planejam fusão e IPO para o segundo semestre de 2011.

No início deste mês, o grupo argentino Los Grobo anunciou o projeto de vender ações no Brasil e listá-las na Bovespa. Não há informações sobre o valor do negócio.

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terça-feira, 7 de junho de 2011 Fusões e Aquisições | 17:29

Ex-presidente da Disney fecha parceria com Mauricio de Sousa

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Longa metragem com o personagem Horácio é a grande aposta da nova sociedade

Depois de se unir a Digital 21 e criar a Mauricio de Sousa Digital Productions (MSDP), o desenhista tem uma nova aposta: o ex-presidente da Disney no Brasil, Marcos Rosset. E o primeiro projeto com o ex-CEO da empresa norte-americana é um longa-metragem do Horácio. O dinossauro, filhote de tiranossauro Rex, é a nova aposta de marketing de Mauricio de Sousa.

Segundo fonte ligada ao negócio, Rosset está em tratativas com a Digital 21, parceira de Mauricio de Sousa. A ideia é trazer o conhecimento do profissional que atuou na Disney para a empresa paulista.

“O projeto é resgatar a figura do Horácio, grande xodó do Mauricio de Sousa. Agora eles vão buscar fundos de investimento para o projeto. Mas o perfil do filme já pode ter os primeiros passos em breve”, disse uma fonte ligada às empresas.

A parceria com a Digital 21, anunciada há cerca de um mês, tem o objetivo de criar curtas de animações em 2D e 3D para TV e cinema, além de jogos, aplicativos, livros digitais, entre outros formatos.

Mauricio de Sousa foi ao mercado buscar uma empresa que se enquadrasse às necessidades do mercado de animação infantil, cuja concorrência com os estúdios internacionais no Brasil é grande.

Entre os primeiros resultados dessa parceria estão a versão animada a “Turma da Mônica Jovem” e a exibição de 26 episódios da “Turma do Penadinho” na TV, tanto no Cartoon Network quanto na TV Globo.

Atualizada às 9h30 do dia 8 de junho de 2011

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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Empresas, Fusões e Aquisições | 18:46

Multinacional Sigma compra brasileira Vetec Química

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A gigante de biotecnologia Sigma-Aldrich Corporation (SIAL) adquiriu todas as ações da brasileira Vetec Química Fina. A multinacional quer, com a compra, fortalecer a posição da empresa na América Latina.

A negociação durou nove meses. Os termos da compra não foram divulgados. O escritório Almeida Advogados foi quem assessorou o negócio pela Sigma.

A Vetec é indústria química situada em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mas com presença em todo o Brasil, que produz reagentes e matérias primas com alta pureza para laboratórios. A empresa conta com cerca de 3 mil itens de fabricação.

A Sigma desenvolve, fabrica e distribui produtos bioquímicos e químicos orgânicos.

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