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Arquivo da Categoria Escritórios

quarta-feira, 18 de agosto de 2010 Advocacia, Escritórios | 07:00

Maior escritório da região amazônica inaugura unidades no Norte

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O maior escritório de advocacia da Região Amazônica, o Silveira, Athias, Soriano de Mello, Guimarães, Pinheiro & Scaff – Advogados acaba de inaugurar três novas unidades na Região Norte. A banca expandiu sua atuação para dois Estados da Região Norte, ao inaugurar as unidades de Macapá (AP) e Porto Velho (RO) e aumentou sua cobertura no Pará com a nova filial de Santarém, localizada no oeste paraense.

O crescimento da banca vem se apoiando principalmente no setor de mineração. Recentemente o Silveira, Athias passou a atender a mineradora Anglo Ferrous e com isso chegou a marca de 11 grandes mineradoras em sua carteira de clientes, que inclui empresas que exploram ouro, minério de ferro, cobre, bauxita (alumínio) e manganês, dentre outros minerais.

Fundado em Belém em 1981, o Silveira, Athias conta com mais de 150 advogados distribuídos em escritórios localizados por sete Estados, mais o Distrito Federal. A firma está presente em cinco capitas e três cidades da Região Amazônica, além de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, sendo considerado hoje o maior escritório com atuação na região da Amazônia Legal e um dos 30 maiores do país.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010 Escritórios | 15:17

Demarest e Almeida Advogados contrata novos especialistas

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Dois novos advogados integram a equipe do Demarest e Almeida Advogados. A banca trouxe João Guilherme Jungman para atuar nas áreas de M&A e Mercado de Capitais, e Ana Beatriz Margarido Pires de Almeida Lobo, que chega para ampliar o setor imobiliário.

“ São duas contratações importantes em setores que estão crescendo neste ano e devem continuar com uma forte expansão nos próximos anos”, afirma Paulo Rocha, sócio e diretor do Demarest.

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domingo, 1 de agosto de 2010 Advocacia, Escritórios | 09:46

DÚVIDA DO LEITOR: Como funcionam as finanças de um escritório de advocacia?

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O estudante de direito Rafael Gama, de Maceió (AL), cuja pergunta estreou esse espaço de “Dúvidas do leitor” em Leis e Negócios, tem mais uma dúvida no que se refere às entranhas do mundo dos escritórios de advocacia. Mais uma vez, quem responde é o advogado Pedro José Vilar Godoy Horta, membro convidado da Comissão de Energia, Mercado de Capitais e Commodities da OAB/RS e Professor Assistente de Direito Constitucional da Rede de Ensino LFG, em São Paulo. Rafael quer saber como funcionam as finanças de um escritório de advocacia.

Rafael pergunta Como os advogados de um escritório administram as finanças adquiridas com os processos ? Cada um recebe o dinheiro de seus processos ? Ou existe alguma divisão entre eles ? Como é feita essa administração financeira ?

Pedro Horta responde – A administração financeira fica a cargo de cada escritório. É usual na advocacia o contrato de partido, ou seja, onde o escritório recebe um “tantum” mensal de seu constituinte. A dica neste tipo de contrato é estabelecer a hora de trabalho e atos processuais que este contrato engloba, sendo o que for feito a mais do ajustado, cobrado para não correr o risco da Sociedade de Advogados estar trabalhando sem remuneração para seu cliente. Para alguns casos a sociedade de Advogados estabelece o contrato do tipo “quota litis” ou “ad exitum”, ou seja, ao final recebe um percentual do que for auferido pelo cliente. O ideal é que se cobre um pouco no começo, outra parte no meio do processo e perceber o resto ao final, dada a morosidade da justiça. Precisa ser combinado sempre contratualmente, respeitando os tetos de remuneração estabelecidos pela OAB. Isto se dá para que não ocorra um aviltamento da profissão, tanto por cobrar pouco quanto por cobrar sem razoabilidade. Quando o advogado é associado sem vínculo empregatício este combina por tarefa ou serviço que se associa para realizar. Quando ele é empregado celetista do escritório, aí segue os ditames da lei.

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quinta-feira, 22 de julho de 2010 Advocacia, Escritórios | 12:51

Falso médico aplica golpe em advogados de SC

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Um falso médico vem aplicando um golpe em escritórios de advocacia no estado de Santa Catarina. O golpista age fazendo contato telefônico com os estabelecimentos alegando estar preso numa delegacia de município próximo ao escritório da “vítima”.

Com o argumento de que está acompanhado de familiares e munido de uma boa quantidade de dinheiro, o advogado é convencido a ir até a delegacia. A caminho da repartição, vem o bote final: o falso médico faz um novo contato telefônico pedindo a compra de R$ 300 em créditos telefônicos, a serem pagos no encontro na delegacia.

Desconfiado, um advogado que estava em vias de atender o falso médico pediu para um colega ligar na delegacia onde o golpista estaria preso. Descoberta a farsa, o escritório comunicou a Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Santa Catarina, que vem alertando os advogados locais sobre a prática. Ninguém foi preso até agora.

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Escritórios esperam crescimento acima de 15% em 2010

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sexta-feira, 2 de julho de 2010 Escritórios | 08:10

Gás e petroleo devem crescer no Brasil, aposta Mattos Filho

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Sócio do Mattos Filho, Roberto Queiroga espera crescimento de 10% em 2010

Não apenas os eventos esportivos como Copa do Mundo e Olimpiadas, em 2014 e 2016, respectivamente, devem movimentar o mercado para os advogados no Brasil. A grande aposta para os próximos anos são os setores de gás e petroleo. É o que acredita Roberto Quiroga, sócio do Mattos Filho Veiga Filho Marrey Jr. e Quiroga Advogados.

“São áreas que estão em ascensão no País. Até contratamos um sócio que veio de um escritório americano para nos auxiliar. O setor de direito ambiental também deve ter um crescimento considerável nos próximos anos”, acredita Quiroga.

No comando de um dos maiores na área de advocacia empresarial do País, conhecido por atender demanda corporativa, o advogado revela que não deixou de lado o viés infraestrutura que vem com a Copa e as Olimpíadas.

“Pretendemos dobrar nosso espaço de atividade no Rio de Janeiro justamente para atender essa demanda”, afirma Roberto Queiroga, que espera um faturamento para 2010 de 10% a mais do que o alcançado em 2009.

Reconhecimento
Na semana passada, o Mergermarket Group divulgou a classificação de transações anunciadas no período entre 1º de janeiro e 20 junho de 2010, e a banca Mattos Filho se destaca. Ela ocupa o primeiro lugar entre os escritórios de advocacia da América do Sul e Central em número de deals, mantendo o cenário do primeiro semestre de 2009.

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sexta-feira, 25 de junho de 2010 Escritórios | 15:09

Demarest & Almeida retoma força no setor empresarial

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Mario Nogueira é sócio do Demarest & Almeida

Com 750 advogados, o Demarest & Almeida Advogados é um dos escritórios mais conhecidos do País. Por isso mesmo, a especialização em todos os setores do direito brasileiro é fundamental. Após o ápice da crise financeira, a banca se adaptou às novas demandas, mas o setor empresarial continua sendo o carro-chefe do Demarest.

“Durante a crise, a área mais afetada foi a de consultoria, mais especificadamente a empresarial, a que faz as operações. Mas o escritório como um todo sofreu menos porque houve uma mudança de demanda: saiu da área empresarial e foi pra contenciosa com a parte de reestruturação. Então, no bolso final do escritório, não mudou nada”, revelou Mario Nogueira, sócio do escritório.

Segundo ele, o cenário atual já é semelhante ao presenciado há dois anos. “Hoje já retomou o que era em 2008. A área principal do escritório voltou a ser a empresarial em termos de faturamento”, contou.

Nem mesmo a movimentação de advogados internos abalou a credibilidade da banca. Em 2009, um grupo deixou o escritório. O que poderia ser um choque interno se tornou oportunidade. “Três sócios seniors saíram. Só ficou o sócio junior, só que ele era ainda assim considerado apenas por um problema de carreira. Seria transferido para sênior. Isso acelerou o processo, o que se tornou nosso acerto. O impacto foi muito pequeno”, garante Nogueira.

Em eterna ascensão, o escritório mantém os padrões de crescimento da maioria dos grandes no setor. “A nossa meta é entre 15% e 20% até o fim de 2010, e é para isso que estamos trabalhando”, assegura o sócio do Demarest & Almeida, que revela os novos nichos de mercado almejado pela banca.

“Tem uma área que é mais modesta no escritório e que pretendemos aumentar, que é a de mercado de capitais. A área de ifnraestrutura também é outra que queremos ter uma atuação mais forte. E estamos trabalhando para isso”, finaliza Mario Nogueira.

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