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Arquivo da Categoria Escritórios

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Advocacia, Escritórios | 07:49

Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos Advogados tem nova advogada

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O escritório Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos Advogados reforça sua equipe com a advogada Cristina Wolter Sabino de Freitas. Cristina Freitas coordenará a área de Direito Ambiental do escritório.

Formada em 2002 e pós-graduada em Direito Ambiental pela PUC/SP, Cristina tem larga e sólida experiência na área, prestando assessoria jurídica consultiva e contenciosa para empresas de vários setores, tais como: telefonia, agronegócio, tratamento de resíduos, indústria química, indústria farmacêutica, alimentícia, entre outros.

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Advocacia, Escritórios | 14:10

Cinco brasileiros aparecem em ranking mundial de escritórios

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Saiu o mais recente ranking dos principais escritórios de advocacia do mundo, com especialidade na área de antitruste (concorrência), o Global Competition Review. Cinco brasileiros aparecem na lista: Advocacia José Del Chiaro; Franceschini e Miranda Advogados; Magalhães Nery e Dias Advocacia; TozziniFreire Advogados e Sampaio Ferraz Advogados.

A publicação baseada em Londres, divulga há 11 anos a GCR 100, uma conceituada lista dos melhores escritórios de advocacia em 33 países. Os rankings estão baseados em entrevistas e consultas confidenciais junto ao mercado.

Um dos premiados, o advogado José Del Chiaro avalia que o sucesso alcançado reflete a escolha pela especialização. “A meta foi sempre construir um escritório boutique, que confere a cada cliente as soluções mais eficientes e inovadoras, nos casos mais complexos e também nos mais simples em nossa área de especialização”, destaca.

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Escritórios | 08:49

Nova banca promete movimentar mercado de negócios em SP

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Advogadas egressas dos maiores escritórios de advocacia do Brasil acabam de abrir sua própria banca em São Paulo. Andrade, Pannunzio, Ricardo, Foz, Hypólito e Gabbai Advogados é especializado em direito societário, comercial e tributário.

A banca já começa suas atividades com uma cartela respeitável de clientes.

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Escritórios | 18:04

Nova sócia do Martinelli Advocacia Empresarial atuava na Vale

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A advogada Sonia Maria Ferreira Soares, que foi advogada interna da Vale S.A, é a nova sócia do Martinelli Advocacia Empresarial. Baseada no escritório do Rio de Janeiro, ela reforça a equipe que presta consultoria em temas relacionados a reestruturação financeira e societária e M&A/projetos green field/operações estruturadas.

Além da Vale, a advogada trabalhou na Paranapanema S.A. e nas empresas que hoje compõem a Brasil Ferrovias S.A.. É especializada em direito administrativo e direito empresarial (FGV/RJ). E lecionou na Escola do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

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Escritórios | 16:33

TozziniFreire assessora contrato da Rigesa de R$ 325 mi

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O escritório TozziniFreire Advogados assessorou a Rigesa na construção e gerenciamento, pela Poÿry, das obras de expansão da planta de papel da Rigesa localizada em Três Barras (SC). Os contratos, celebrados na modalidade EPC (contrato de empreitada global, na tradução livre), totalizam cerca de R$ 325 milhões.

A Pöyry é uma companhia global de consultoria e engenharia com capital aberto na bolsa de Helsinque (Finlândia). A Rigesa é subsidiária da MeadWestvaco Corporation e atua desde 1942 no Brasil com duas fábricas de papel, quatro fábricas de embalagens de papelão ondulado e uma fábrica de embalagem de papel cartão. O trabalho do escritório foi coordenado pela sócia Heloísa Scaramucci.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Escritórios | 14:25

Machado Meyer cria área para atender negócios com a China

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O aumento da demanda envolvendo transações com a China fez com que o Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados criasse o “bureau China Desk”, que é uma unidade dentro do escritório voltada às relações com aquele País.

A idéia surgiu em função da intensa procura por serviços de consultoria e assessoria gerados pelos negócios envolvendo a China, que vão desde o agronegócio ao óleo & gás. Por isso, para que essa dinâmica seja ainda mais efetiva, o recém-lançado departamento tem em sua coordenação um advogado chinês, que está à frente do trabalho junto de outros sócios.

“A cultura chinesa é mundialmente conhecida por sua diversidade e características muito particulares. Na arena de negócios não poderia ser diferente. Não basta ter domínio do idioma, é necessário conhecer a fundo a mecânica das relações empresariais naquele mercado. Nosso trabalho é também fazer o caminho inverso – posicionando as empresas daquele País no cenário brasileiro, que, todos sabem, também é bastante rico em obstáculos”, explica Antonio Correa Meyer, sócio-fundador do escritório.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Advocacia, Escritórios, OAB, Previdência | 19:32

AGU proíbe escritório de advocacia de usar nome do INSS

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Um escritório de advocacia na Bahia, que utilizava para a divulgação de suas atividades profissionais nome, letras, cores e símbolos semelhantes aos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) em sua placa de propaganda, foi proibido de usar o nome e imagem da autarquia. A decisão foi da 1º Vara de Seção Judiciária da Bahia.

De acordo com a decisão, o escritório deverá recolher todos os anúncios que contenham semelhança com a identidade visual do INSS.

“O Código da OAB proíbe qualquer prática de publicidade. Nesse caso, em específico, é uma postura antiética de mercado, uma captação irregular de clientes, principalmente em comparação àqueles escritórios que atuam na mesma área, mas não usam símbolos nem nada parecido em placas, respeitando o que determina a OAB”, analisa Julio Cesar de Oliveira, da comissão de seguridade da OAB-SP e do sócio do Fernandes Vieira Advogados.

Na Bahia
No caso do escritório baiano, em defesa do INSS, a Procuradoria Federal Especializa chegou a encaminhar ofício para o escritório alertando sobre a ilegalidade de sua placa de propaganda, mas foi em vão.

Com isso, a procuradoria entrou na Justiça contra o escritório alegando que a utilização de placa de publicidade semelhante às das Agências da Previdência Social confunde a população.

“Pessoas mais simples, ao ver um símbolo semelhante com o do INSS, podem achar que ali, naquele escritório, há alguém da autarquia trabalhando”, pondera Oliveira.

Com informações da AGU

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Escritórios | 11:41

TozziniFreire assessora negócio envolvendo a Losango

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O escritório TozziniFreire Advogados assessorou a Máquina de Vendas na associação com a financeira Losango, do grupo HSBC, para criação de promotora de vendas que irá oferecer serviços financeiros por 18 anos nas lojas da empresa (fusão das redes Insinuante, Ricardo Eletro e City Lar).

O trabalho do escritório teve a coordenação do sócio Mauro Guizeline.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 Advocacia, Escritórios | 17:44

Sócio estrangeiro pode aumentar honorários, diz pesquisa

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A possível associação de escritórios de advogados estrangeiros às bancas brasileiras no mercado nacional pode gerar um aumento no valor dos honorários cobrados atualmente. É o que revelou a pesquisa “Limites Éticos de Associação entre Bancas Brasileiras e Estrangeiras”, divulgada nesta segunda-feira (7/2) pelo Fórum de Departamentos Jurídicos (FDJUR).

Apesar do equilíbrio nas discussões, as opiniões trazidas por 47 departamentos jurídicos e 54 grandes escritórios de advocacias às mesmas perguntas deixou claro que há tanto veto como aval à entrada de estrangeiros.

Segundo o estudo, a exceção é o aumento no valor dos honorários. As duas classes entrevistadas defenderam que a entrada de escritórios estrangeiros no mercado nacional influenciaria no valor dos honorários praticados atualmente: 40 % dos departamentos jurídicos e 45% dos escritórios responderam sim a essa questão.

“Isso é bom, pois elevaria o nível da atividade, recuperando a dignidade, respeito e, sobretudo, capacidade laboral e de desenvolvimento do profissional”, avalia Mateus Fonseca Pelizer, gestor jurídico da EDP.

No que se refere à investida estrangeira no País, os departamentos jurídicos se mostraram mais abertos, diferente dos escritórios de advocacia. Com 61% de apoio, os primeiros disseram que influenciaria para melhor contra 29% que se manifestaram contra. Para a mesma pergunta, os escritórios de advocacia se mostraram mais receosos, sendo que 51% acharam que a influência seria para pior e 41% ponderou que seria influenciado positivamente.

“Isso fará com as pessoas saiam de sua zona de conforto e procurem novas formas de exercer a atividade, fomentando o progresso”, avaliou o gerente jurídico da Renault, Pedro Burba. “Acredito que eles possam trazer ferramentas de gestão de escritórios e competências ainda não presentes em nosso mercado”, completa Ana Lucia Barjas Ferreira de Barros, assessora jurídica do Co-Link Consultoria e Negócios.

Já o advogado Gustavo Amorim, do Farah, Gomes e Amorim Advogados, discorda: “Entendo que as empresas devem contratar escritórios para lhes atender aqui. A maior sobre esse assunto será na área empresarial das multinacionais”, aposta.

“A advocacia no Brasil, em razão do excessivo número de profissionais, já é bastante concorrida. A atuação, entre nós, de escritórios estrangeiros – principalmente norte-americanos atuantes num mercado de concorrência acirrada – forçará, sem dúvida para baixo, a fixação dos honorários. Isso apenas intensificará aquele fenômeno que alguém, há mais de 20 anos, chamou de “proletarização” dos advogados brasileiros”, avaliou Luiz Antonio Camara, do Câmara & Associados.

O também advogado Luiz Gustavo A. S. Bichara, do Bichara, Barata, Costa & Rocha Advogados, foi um dos poucos que atuam em escritórios que demonstrou tranquilidade com a chegada de estrangeiros no Brasil.

“O mercado jurídico brasileiro é suficientemente maduro para não se influenciar com a chegada de alguns escritórios estrangeiros”, defende.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 Escritórios | 18:10

Demarest Advogados foca em clientes franceses

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O escritório Demarest e Almeida Advogados, um dos mais conhecidos no País, criou um setor específico de advogados e sócios de diversas áreas para atender as demandas provenientes de clientes franceses.

A banca denominou esse tipo de trabalho como “French Desk. O escritório possui também equipes de atuação na Coréia do Sul, Argentina e Alemanha.

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