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Arquivo da Categoria Escritórios

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Escritórios | 14:25

Machado Meyer cria área para atender negócios com a China

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O aumento da demanda envolvendo transações com a China fez com que o Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados criasse o “bureau China Desk”, que é uma unidade dentro do escritório voltada às relações com aquele País.

A idéia surgiu em função da intensa procura por serviços de consultoria e assessoria gerados pelos negócios envolvendo a China, que vão desde o agronegócio ao óleo & gás. Por isso, para que essa dinâmica seja ainda mais efetiva, o recém-lançado departamento tem em sua coordenação um advogado chinês, que está à frente do trabalho junto de outros sócios.

“A cultura chinesa é mundialmente conhecida por sua diversidade e características muito particulares. Na arena de negócios não poderia ser diferente. Não basta ter domínio do idioma, é necessário conhecer a fundo a mecânica das relações empresariais naquele mercado. Nosso trabalho é também fazer o caminho inverso – posicionando as empresas daquele País no cenário brasileiro, que, todos sabem, também é bastante rico em obstáculos”, explica Antonio Correa Meyer, sócio-fundador do escritório.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Advocacia, Escritórios, OAB, Previdência | 19:32

AGU proíbe escritório de advocacia de usar nome do INSS

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Um escritório de advocacia na Bahia, que utilizava para a divulgação de suas atividades profissionais nome, letras, cores e símbolos semelhantes aos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) em sua placa de propaganda, foi proibido de usar o nome e imagem da autarquia. A decisão foi da 1º Vara de Seção Judiciária da Bahia.

De acordo com a decisão, o escritório deverá recolher todos os anúncios que contenham semelhança com a identidade visual do INSS.

“O Código da OAB proíbe qualquer prática de publicidade. Nesse caso, em específico, é uma postura antiética de mercado, uma captação irregular de clientes, principalmente em comparação àqueles escritórios que atuam na mesma área, mas não usam símbolos nem nada parecido em placas, respeitando o que determina a OAB”, analisa Julio Cesar de Oliveira, da comissão de seguridade da OAB-SP e do sócio do Fernandes Vieira Advogados.

Na Bahia
No caso do escritório baiano, em defesa do INSS, a Procuradoria Federal Especializa chegou a encaminhar ofício para o escritório alertando sobre a ilegalidade de sua placa de propaganda, mas foi em vão.

Com isso, a procuradoria entrou na Justiça contra o escritório alegando que a utilização de placa de publicidade semelhante às das Agências da Previdência Social confunde a população.

“Pessoas mais simples, ao ver um símbolo semelhante com o do INSS, podem achar que ali, naquele escritório, há alguém da autarquia trabalhando”, pondera Oliveira.

Com informações da AGU

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Escritórios | 11:41

TozziniFreire assessora negócio envolvendo a Losango

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O escritório TozziniFreire Advogados assessorou a Máquina de Vendas na associação com a financeira Losango, do grupo HSBC, para criação de promotora de vendas que irá oferecer serviços financeiros por 18 anos nas lojas da empresa (fusão das redes Insinuante, Ricardo Eletro e City Lar).

O trabalho do escritório teve a coordenação do sócio Mauro Guizeline.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 Advocacia, Escritórios | 17:44

Sócio estrangeiro pode aumentar honorários, diz pesquisa

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A possível associação de escritórios de advogados estrangeiros às bancas brasileiras no mercado nacional pode gerar um aumento no valor dos honorários cobrados atualmente. É o que revelou a pesquisa “Limites Éticos de Associação entre Bancas Brasileiras e Estrangeiras”, divulgada nesta segunda-feira (7/2) pelo Fórum de Departamentos Jurídicos (FDJUR).

Apesar do equilíbrio nas discussões, as opiniões trazidas por 47 departamentos jurídicos e 54 grandes escritórios de advocacias às mesmas perguntas deixou claro que há tanto veto como aval à entrada de estrangeiros.

Segundo o estudo, a exceção é o aumento no valor dos honorários. As duas classes entrevistadas defenderam que a entrada de escritórios estrangeiros no mercado nacional influenciaria no valor dos honorários praticados atualmente: 40 % dos departamentos jurídicos e 45% dos escritórios responderam sim a essa questão.

“Isso é bom, pois elevaria o nível da atividade, recuperando a dignidade, respeito e, sobretudo, capacidade laboral e de desenvolvimento do profissional”, avalia Mateus Fonseca Pelizer, gestor jurídico da EDP.

No que se refere à investida estrangeira no País, os departamentos jurídicos se mostraram mais abertos, diferente dos escritórios de advocacia. Com 61% de apoio, os primeiros disseram que influenciaria para melhor contra 29% que se manifestaram contra. Para a mesma pergunta, os escritórios de advocacia se mostraram mais receosos, sendo que 51% acharam que a influência seria para pior e 41% ponderou que seria influenciado positivamente.

“Isso fará com as pessoas saiam de sua zona de conforto e procurem novas formas de exercer a atividade, fomentando o progresso”, avaliou o gerente jurídico da Renault, Pedro Burba. “Acredito que eles possam trazer ferramentas de gestão de escritórios e competências ainda não presentes em nosso mercado”, completa Ana Lucia Barjas Ferreira de Barros, assessora jurídica do Co-Link Consultoria e Negócios.

Já o advogado Gustavo Amorim, do Farah, Gomes e Amorim Advogados, discorda: “Entendo que as empresas devem contratar escritórios para lhes atender aqui. A maior sobre esse assunto será na área empresarial das multinacionais”, aposta.

“A advocacia no Brasil, em razão do excessivo número de profissionais, já é bastante concorrida. A atuação, entre nós, de escritórios estrangeiros – principalmente norte-americanos atuantes num mercado de concorrência acirrada – forçará, sem dúvida para baixo, a fixação dos honorários. Isso apenas intensificará aquele fenômeno que alguém, há mais de 20 anos, chamou de “proletarização” dos advogados brasileiros”, avaliou Luiz Antonio Camara, do Câmara & Associados.

O também advogado Luiz Gustavo A. S. Bichara, do Bichara, Barata, Costa & Rocha Advogados, foi um dos poucos que atuam em escritórios que demonstrou tranquilidade com a chegada de estrangeiros no Brasil.

“O mercado jurídico brasileiro é suficientemente maduro para não se influenciar com a chegada de alguns escritórios estrangeiros”, defende.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 Escritórios | 18:10

Demarest Advogados foca em clientes franceses

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O escritório Demarest e Almeida Advogados, um dos mais conhecidos no País, criou um setor específico de advogados e sócios de diversas áreas para atender as demandas provenientes de clientes franceses.

A banca denominou esse tipo de trabalho como “French Desk. O escritório possui também equipes de atuação na Coréia do Sul, Argentina e Alemanha.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 Escritórios | 11:51

TozziniFreire leva dois prêmios em publicação inglesa

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Pelo segundo ano consecutivo operações assessoradas por TozziniFreire Advogados levaram o prêmio Deal of the Year, da publicação inglesa Latin Lawyer. Desta vez o escritório foi vencedor nas categorias M&A (Fusões e Aquisições), pela assessoria à Femsa na venda de sua divisão de cerveja à Heineken, e Restructuring (Reestruturação), com a assessoria ao Banco Santander na reestruturação do frigorífico Independência.

No negócio da Femsa com a Heineken, a atuação do escritório teve a coordenação das sócias Maria Elisa Gualandi Verri e Ana Cláudia Utumi. E na reestruturação em recuperação judicial do Independência, do sócio Fábio Rosas. No ano passado, a assessoria à Votorantim, na fusão com a Aracruz, também garantiu a TozziniFreire o prêmio na categoria M&A.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011 Escritórios | 12:01

Rocha Lima Advogados tem novos sócios

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Dois novos profissionais passam a compor a sociedade de advogados Rocha Lima Advogados, com sede em Curitiba (PR), especializada nas áreas de direito penal econômico e de comércio internacional: João Rafael de Oliveira e Eduardo Higashiyama.

Advogado criminalista, Oliveira atualmente cursa especialização lato sensu em Direito e Processo Penal na Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDConst), onde ingressou após ter sido premiado com uma bolsa de estudos por sua produção acadêmica à época da graduação. Oliveira ainda é membro e pesquisador do Núcleo Processual Penal da Universidade Federal do Paraná.

Profissional das áreas tributária e cível, Higashiyama cursa especialização em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET).

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 Escritórios | 12:41

Manhães Moreira Advogados tem novo sócio

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O escritório de advocacia empresarial Manhães Moreira Advogados Associados elegeu um novo sócio para o comando de sua área Cível. O advogado Fernando Borges Vieira passa a compor a equipe em 2011.

Mestre em Direito Político e Econômico pelo Mackenzie, o advogado possui ainda especialização em Direito do Consumidor e Direito Civil e é professor instituições de renome no segmento.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 Advocacia, Escritórios | 13:42

Negócio com Hotel Intercontinental teve assessoria de diversos escritórios

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As negociações para a aquisição do Hotel Intercontinental pelo grupo BHG tiveram assessoria jurídica do Campos Mello Advogados, com escritórios no Rio de Janeiro e São Paulo.

O escritório atuou na operação em representação à Brookfield, empresa que transferiu as ações do imóvel à compradora. Essa negociação é mais uma importante operação do escritório no setor de hotelaria e lazer na capital fluminense.

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011 Escritórios | 12:02

Dez mil escritórios de advocacia no Brasil pararam no tempo

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Cláudio Wilberg, da consultoria LegalManager, diz que escritórios não acompanharam tecnologia do setor (Foto: Divulgação/Amcham)

Há pelo menos dez mil escritórios de advocacia de pequeno e médio porte no Brasil que não acompanharam os avanços tecnológicos do setor e pararam no tempo, já que deixaram de profissionalizar a gestão administrativa, ação indispensável para sobreviver à cada vez mais acirrada concorrência.

“Dez mil escritórios estão dentro da segunda ou terceira camada da pirâmide de escritórios que ainda se viram com planilhas de Excel (para registrar os fluxos de pagamentos e recebimentos)”, diz Cláudio Wilberg, diretor comercial da consultoria LegalManager, um dos convidados para discutir o tema durante reunião do comitê de Legislação da Amcham-São Paulo, realizado nesta segunda-feira (17/1).

Além da profissionalização dos quadros e sistemas administrativos, também os participantes do debate apontaram para a necessidade de maior controle de custos, fortalecimento de marca institucional e foco em diferenciais competitivos.

No entendimento de Wilberg, esses são escritórios que cresceram de forma desorganizada na última década e agora têm de se preparar para reduzir custos e fazer mais com menos.

Mário Nogueira, sócio gestor do Demarest & Almeida Advogados, avalia que a profissionalização dos escritórios é uma questão de sobrevivência. No entendimento dele, as negociações com os clientes estão cada vez mais complexas. E ele exemplificou sua análise ao citar um caso em que uma montadora perguntou quanto os serviços prestados custariam neste ano e qual seria o desconto progressivo terá até o fim do contrato, em 2015.

Ou seja, com expectativa de receitas menores, o controle de custos será um desafio cada vez mais recorrente. Além disso, a disputa por advogados entre escritórios, com a consequente pressão por salários maiores, obriga as bancas a se modernizarem. “Nosso maior custo é a folha de pagamentos”, comenta Nogueira.

Diferencial
A diferenciação no atendimento também é um ponto chave na composição desse cenário, pois a semelhança na prestação de serviços considerados commodities – como requisição de certidões – acaba levando a disputa entre escritórios para o terreno dos preços baixos, prática que diminui as margens de lucro.

“É fácil cotar um serviço de requisição de CND (Certidão Negativa de Débito), mas, quando um cliente questionar o preço, podemos negociar a rapidez no prazo de execução e apresentar o histórico de CNDs que obtivemos em determinado caso”, exemplifica a consultora Simone Paris Akamine, da Êxito Consultoria em Administração Legal.

O advogado Carlos Fernando Siqueira Castro, do escritório Siqueira Castro, lembra ainda que é preciso ter foco permanente no negócio – definindo uma estratégia de atuação – e também no cliente. “É preciso ter flexibilidade para cobrar honorários e trabalhar de acordo com os objetivos do contratante”.

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