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Arquivo da Categoria Direito imobiliário

quinta-feira, 10 de março de 2016 Direito imobiliário | 12:23

Brasil terá primeiro Banco de Dados de Direito Imobiliário

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O Brasil terá o primeiro Banco de Dados de Direito Imobiliário, o BDDI. O site irá concentrar informações nacionais atualizadas sobre legislação, jurisprudência, doutrinas, além de artigos, matérias de interesse jurídico, palestras e cursos.

“Há uma lacuna de informações sobre o setor no país. Nosso objetivo é aprimorar a coleta de dados sobre questões relevantes no dia a dia dos profissionais que atuam nesta área. Isso vai garantir mais rapidez nas pesquisas e melhor gestão do conhecimento”, explica o advogado Arnon Velmovitsky, presidente da Comissão de Direito Imobiliário do IAB (Instituto dos advogados Brasileiros), que assina o convênio de cinco anos junto com a ABAMI (Associação Brasileira de Advogados de Direito Imobiliário). Segundo ele, ao que tudo indica, será o maior Banco de Dados de Direito Imobiliário. da América Latina.

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terça-feira, 11 de agosto de 2015 Direito imobiliário | 16:24

Direito imobiliário e responsabilidade civil é tema de livro

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A advogada Tatiana Bonatti Peres lançou a segunda edição da obra “Temas de Direito Imobiliário e Responsabilidade Civil”, pela editora Lumen Juris. A obra, que reúne artigos que abordam temas atuais em matérias de direito imobiliário, discorre sobre hipoteca e a alienação fiduciária, entre outros temas. O livro conta com 225 paginas.

Tatiana, doutoranda em direito civil pela PUC-SP, também é autora das obras “Opção de Compra” (2011), “Temas de Direito Imobiliário e Responsabilidade Civil” (2012)”, entre outros.

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terça-feira, 9 de setembro de 2014 Direito imobiliário | 21:33

Veirano Advogados assessora Johnson & Johnson no Brasil

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O Veirano Advogados foi o escritório responsável por prestar toda assessoria jurídica à Johnson & Johnson do Brasil na negociação da locação de cinco andares da torre B do Complexo JK, em São Paulo, de propriedade da BR Properties. Para Ana Beatriz Lobo, associada da área imobiliária do Veirano, esse tipo de operação reforça ainda mais a atuação do escritório em operações imobiliárias estruturadas “Nossa área tem avançado nesse tipo de negócio, em que um contrato de locação se torna um instrumento jurídico de importância impar para as partes envolvidas e a operação pretendida”.

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terça-feira, 29 de abril de 2014 Direito imobiliário | 21:05

Palestras sobre direito imobiliário esquematizado vira livro

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Temas como noções gerais do Direito Imobiliário e Registral, as locações, os vícios nos imóveis e os aspectos fundamentais dos contratos são abordados na obra “Direito Imobiliário Esquematizado”, lançado pela Lumen Juris e de autoria da advogada Tatiana Bonatti Peres

O livro, com formato de obra de bolso e com 102 páginas, facilita quem pretende fazer uma consulta objetiva e rápida acerca dos temas propostos. O livro, aliás, é resultado da organização de material utilizado em palestras proferidas pela autora.

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014 Direito imobiliário, Escritórios | 19:42

Revertida cobrança de imposto em venda de imóvel na planta

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O escritório Melcheds conseguiu, junto à 1ª Vara da Fazenda Pública de Santos, uma liminar para suspender a cobrança do Imposto de Transmissão de Bens Móveis e Imóveis (ITBI) na cessão de direitos aquisitivos – quando o comprador de um imóvel na planta cede a futura propriedade para outro interessado, antes da entrega do bem. Cabe recurso.

Pela decisão do juiz José Vitor Teixeira de Freitas, o pagamento do tributo já seria realizado na transferência efetiva da propriedade, da incorporadora para o comprador final. Assim, Freitas afastou a cobrança do imposto na transação entre o primeiro e o segundo proprietário.

O ITBI é um tributo municipal, e tem sido normal a legislação de cada cidade prever a sua incidência na cessão de direitos aquisitivos, responsabilizando, ainda, cartórios e incorporadores no caso do seu não recolhimento pelos adquirentes dos imóveis.

Com a decisão, compradores de imóveis na planta que queiram vender antes de receber as chaves podem economizar em uma dos encargos mais onerosos que incidem na transação. O valor da alíquota do ITBI varia de uma cidade para outra. Em São Paulo e em Santos, corresponde a 2% do valor da propriedade.

Segundo Roberto Rached, advogado sócio do escritório Melcheds, a decisão é importante, pois desonera a revenda de imóveis na planta.

“É muito comum, por motivos pessoais ou financeiros, que compradores desistam do negócio antes do financiamento. Normalmente, o que vemos são os cartórios cobrando o ITBI na cessão dos direitos do primeiro para o segundo comprador, e também na outorga da escritura da incorporadora para o comprador final. Nós conseguimos provar que essa cobrança duplicada é injusta, o que abre precedentes para desonerar a revenda de imóveis na planta”, explica.

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 Direito imobiliário, Leilões | 12:21

Demora em arremate de imóvel pode cancelar leilão

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Longo prazo entre a avaliação e a arrematação de imóvel pode ser motivo para cancelamento de leilão. A leitura é do juiz William Costa Mello, após ação de anulação de ato jurídico impetrada pelo advogado Leandro Marmo, de Goiânia (GO), em defesa de Wellington Pereira Coelho e Rezende e Pereira Ltda, em desproveito de Sadia S/A e Marcos Paulo de Matos Morais. Cabe recurso da decisão.

O advogado explica que o imóvel foi avaliado em 2001 por R$ 49,1 mil, quando era apenas um lote. Apenas em 2010 foi realizado o leilão e um supermercado havia sido edificado no local. Após a construção, o imóvel passou a valer R$ 1,5 mi.

“Fica evidente que o imóvel foi arrematado por um valor bem inferior ao que realmente vale. É preciso fazer um novo leilão, considerando a atual avaliação”, defende Marmo.

Ele recorreu ao artigo 692, do Código de Processo Civil, para sustentar sua defesa. De acordo com a norma, “se o bem não for arrematado pelo preço mínimo da avaliação na primeira hasta pública, poderá sê-lo em segunda hasta, por preço inferior ao da arrematação, desde que não seja vil”.

Apesar das contestações formalizadas pela Sadia S.A. e Marcos Paulo de Matos Morais, o magistrado acatou a defesa de Marmo. “Dessa forma, reconheço caracterizado o vício decorrente da arrematação por preço vil, pois provavelmente muito abaixo do preço de mercado, em decorrência do lapso de tempo entre a avaliação (15/02/2001) e a arrematação (07/12/2010). Por tal razão, declaro nulos os atos jurídicos realizados, notadamente a arrematação e demais atos dela decorrentes na serventia imobiliária”, considerou William Costa Mello em sua decisão.

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014 Direito imobiliário, Leis | 12:57

Nova lei do inquilinato faz quatro anos sem avanços

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A nova Lei do Inquilinato (Lei 12.11/10) completa neste sábado (dia 25 de janeiro) quatro anos sem grandes impactos nas ações de despejo. A leitura é do advogado Franco Mauro Russo Brugioni, especialista em Direito Civil e sócio do escritório Raeffray Brugioni Advogados.

“Embora haja previsão de um trâmite mais célere principalmente em relação às ações de despejo, exemplo disto é a possibilidade de concessão de liminar pelo juiz, o fato é que o trâmite de ações como esta depende da rapidez e do melhor aparelhamento do próprio Poder Judiciário”, diz ele.

Pelo texto, que entrou em vigor em 25 de janeiro de 2010, foram estabelecidas as alterações e atualizações mais significativas até o momento em relação à lei da locação de imóveis urbanos, que é a Lei nº 8.245, de 1991.

“À época de sua entrada em vigor, a lei foi apelidada de ‘nova lei do inquilinato’ e a intenção primordial era tentar diminuir o déficit de moradia, facilitando as relações entre locador e locatário, bem como garantir a segurança jurídica ao buscar tornar mais simples os trâmites da ação de despejo e das garantias ao contrato de locação”, aponta.

No entanto, segundo Brugioni, a norma em si não trouxe inovações tão significativas a ponto de poder ser considerada uma inovação e um marco na transformação dos aspectos econômicos e sociais que envolvem a locação de imóveis no Brasil.

“Na prática tudo parece continuar como antes, embora na teoria a lei tenha trazido necessárias atualizações, algumas que até refletem o que já vinha sendo decidido pelo Poder Judiciário”, ressalta o advogado.

Segundo ele, a previsão de liminar (decisão provisória) se dá apenas em relação aos contratos de locação sem garantia locatícia, o que hoje em dia é muito difícil de ocorrer. Além disso, o advogado conta que as poucas melhoras que foram introduzidas parecem não ter surtido impacto nas relações entre locador e locatário, que continuaram basicamente iguais.

“Ao que tudo indica, melhoras nos números que envolvem estas relações ocorrem mais por força do aquecimento da construção civil do que por efeito da própria lei”, conclui Brugioni.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013 Direito imobiliário | 22:35

Associação dos Advogados de SP realiza curso sobre direito imobiliário

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A Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) realizará entre os dias 26 e 29 de agosto o curso “Questões controvertidas no Direito Imobiliário”, abordando temas como: “Tutelas processuais nos contratos imobiliários”; “Ação de desapropriação”; “Escritura de venda e compra e compromisso de compra e venda”; e “Ação de usucapião”.

O curso será às 19h e tem carga de 8 horas pelos quatro dias. As inscrições devem ser feitas pelo site www.aasp.org.br/aasp/cursos.

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 Direito imobiliário | 15:14

Locação em shopping centers é um dos temas de livro de direito imobiliário

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Hipoteca e a alienação fiduciária, penhora dos direitos oriundos da alienação fiduciária, locação em shopping Center e a possibilidade de ação revisional para alteração do aluguel percentual, são alguns dos assuntos abordados no livro “Temas de Direito Imobiliario e Responsabilidade Civil, da autora Tatiana Bonatti Peres.

A obra reúne artigos que abordam temas atuais e controvertidos, em matéria de Direito Imobiliário e Responsabilidade Civil.

Em matéria de responsabilidade civil, a obra aborda três temas bastante atuais. Primeiramente discorre sobre o do computador, em oposição ao dever de informar do vendedor. Em seguida, ela apresenta acórdão comentado sobre abuso do direito, passando pelas teorias e elementos necessários à sua caracterização e, finalmente, a obra aborda as cláusulas de não indenizar, sua função, origem, regulamentação, modalidades, validade ou invalidade de algumas de suas modalidades e as consequências de tal invalidade.

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domingo, 5 de agosto de 2012 Direito imobiliário, STJ | 07:00

Imobiliária não representa locador em execução de aluguéis

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Uma administradora de imóveis não é parte legítima para ajuizar, em nome próprio, ação de execução de créditos referentes a contrato de locação. No entendimento da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a empresa locadora de imóveis nada mais é do que uma representante do proprietário e não substituta dele. A decisão foi em resposta a um recurso especial protocolado pela fiadora de um locatário.

A fiadora, já falecida, foi substituída por espólio (herdeiros), que alegaram violação do artigo 6º do Código de Processo Civil (CPC), segundo o qual, “ninguém poderá pleitear, em nome próprio, direito alheio, salvo quando autorizado por lei”.

A locação de imóveis urbanos é regulada pela Lei 8.245/91. A ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso especial, concluiu que a empresa imobiliária foi constituída pelo locador para a prática de atos de administração em geral, com poderes para, inclusive, ajuizar ações de interesse do proprietário do imóvel.

“Nesse ponto, ressalte-se que não há dúvidas, portanto, de que a imobiliária, por força do mandato outorgado pelo locador, poderia ajuizar ação de cobrança ou de execução de aluguéis e encargos inadimplidos, contra o locatário ou fiadores, em nome do locador”, disse.

A seguir, no entanto, o mérito para ajuizar a ação de cobrança de aluguéis impagos, segundo a ministra, é de quem detém o direito material, no caso, o proprietário do imóvel. “Todavia, a lei pode legitimar, extraordinariamente, outros sujeitos, denominados substitutos processuais”, explicou Nancy Andrighi ressaltando que este estatuto só pode ocorrer nos termos definidos expressamente em lei, não sendo permitido que se opere mediante “disposição voluntária e contratual feita entre substituído e substituto”.

“A participação da imobiliária, portanto, não é ampla a ponto de colocá-la no lugar do próprio locador”, arrematou “por lhe faltar uma das condições indispensáveis para o legítimo exercício desse direito”.

Histórico do caso
Uma administradora de imóveis ajuizou ação de execução de aluguéis não pagos contra a fiadora, que em resposta argumentou pela ilegitimidade da empresa como parte do processo.

O juiz de primeira instância reconheceu a validade da fiança e excluiu da execução valores acessórios, como água, energia elétrica e IPTU, e mante os valores referentes a aluguéis devidos.

A fiadora apelou, mas o tribunal de segunda instância manteve a sentença, fundamentando que a empresa imobiliária, “investida de amplos poderes de administração do imóvel locado e bem assim de poderes especiais para constituir advogado e ingressar em juízo”, é parte legítima para ajuizar ação de execução, tanto quanto o proprietário.

Com informações do STJ

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