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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019 Advocacia | 14:57

Escritório de advocacia lança projeto de inclusão social para deficientes visuais

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O escritório Di Blasi, Parente & Associados, lança o projeto Olhar Di Blasi, Parente – Ledores Legais, que busca levar conhecimento sobre Leis de Propriedade Intelectual para deficientes visuais. O projeto conta com a participação de vários profissionais do escritório para gravarem áudios de leis e regulamentos ligados ao assunto. No total, sete leis serão gravadas e disponibilizadas no site da empresa.

No Brasil, 6,5 milhões de pessoas são deficientes visuais, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Como temos esse número tão elevado de deficientes visuais, a nossa intenção é contribuir com a inclusão social dessas pessoas, sendo os olhos legais de cada um deles, já que não há tantos materiais voltados para esse público. Escolhemos, a princípio, as leis de Propriedade Intelectual, por ser a especialidade do escritório”, destaca Daniela Colla, idealizadora do projeto.

O trabalho inclui a leitura das Leis de Propriedade Intelectual (Lei 9.279/96), Direitos Autorais (Lei 9.610/98), Software (Lei 9.609/98), Franquias (Lei 8.955/94), Inovação (Lei 10.973/2004), Cultivares (lei 9.456/97) e de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015). As leis serão disponibilizadas semanalmente no site https://www.diblasiparente.com.br/ledoreslegais

Unidos pela solidariedade, os sócios do escritório, Paulo Parente e Gabriel Di Blasi, fazem parte do time de ledores legais, que inclui os profissionais Daniela Colla, Érica Souza, Fernanda Mósca, Jhones Ferreira, José Roberto de Almeida e Renata Hohl que realizam a atividade no tempo livre.

“O escritório, sempre que possível, está envolvido em ações de responsabilidade social. Hoje, colaboramos com o Graac, o Instituto da Criança e o Paratodos. Com esse novo projeto, a nossa intenção é ampliar a atuação do escritório em ações sociais, que é algo que os nossos profissionais sempre estão dispostos a participar. A atividade é uma forma de compartilharmos algo que faz parte da nossa especialidade, permitindo que cada vez mais pessoas tenham acesso às leis e tenham conhecimento dos seus direitos”, explica Paulo Parente, sócio do escritório.

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