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quinta-feira, 30 de agosto de 2018 Escritórios | 16:47

Advocacia: N. Tomaz Braga & Schuch é nova marca que chega ao mercado

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Um foi presidente do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região, desembargador aposentado com quase meio século de experiência na área jurídica. O outro, tributarista e mestre em direito econômico, atua há 17 anos em escritórios de advocacia. Juntos, Nélson Tomaz Braga e Leandro Schuch criaram o N. Tomaz Braga & Schuch Advogados Associados (NTBS).

O novo Escritório conta com uma equipe de 50 advogados nas unidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e São Luis (Maranhão). A equipe pluridisciplinar foi montada para atender diversas áreas do direito, como Previdência e previdência complementar; tributação e planejamento fiscal; societária; civil e das relações de consumo; trabalho; infraestrutura, telecomunicações, petróleo e gás; administrativa e regulatória; penal empresarial; constitucional; saúde; desportos; imobiliária; mediação e arbitragem.

“Para nós, o direito é um importante meio de viabilizar negócios e maximizar resultados. Mais do que solucionar conflitos e promover a defesa dos interesses dos clientes, nós queremos atuar de forma preventiva e estratégica”, afirma Nélson.

O N. Tomaz Braga & Schuch também desenvolveu uma área consultiva, com foco em direito societário, do mercado financeiro e de capitais. O Escritório elabora pareceres jurídicos para estruturação de operações societárias e de investimentos e contratos de investimentos ou desinvestimento de ativos, além de prestar assessoria jurídica em operações de reestruturação de dívidas; ofertas públicas de valores mobiliários; due diligences; estudos para interposição e atuação em recuperação judicial e extrajudicial de empresas; recuperação de créditos; gestão de falências; representação de clientes em assembleias de acionistas e credores; entre outras ações.

Para Leandro, o Escritório aposta na mescla tradição e inovação. “Buscamos profissionais com larga experiência no direito, mas valorizamos também os novos talentos. Práticas consolidadas podem ser otimizadas com ferramentas tecnológicas. Se o mundo é dinâmico, o direito também deve ser”, pontua.

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