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quinta-feira, 8 de março de 2018 Advocacia | 20:45

Planejamento patrimonial pode ser alternativa para empresários e pessoas físicas

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A Justiça não consegue encerrar a quantidade de processos iniciados, quase 80 milhões até o final de 2017, frente a essa questão, algumas alternativas estão surgindo para empresários e pessoas físicas resolverem problemas referentes à preservação dos próprios bens (dinheiro, investimentos, imóveis, marcas, entre outros) e direitos pessoais e/ou empresariais. O planejamento patrimonial legal usando das ferramentas do Direito, da Contabilidade, das Consultorias de Qualidade e da Mediação. Segundo o advogado e psicólogo Edmundo Vianna, sócio da Conselho, infelizmente, apesar de todos os procedimentos eletrônicos implantados para modernização do Poder Judiciário, o número de processos aguardando julgamento continua crescendo (aumento de 5,6% com relação ao ano de 2015) e as questões mais recorrentes tratam de contratos, relações de consumo e responsabilidade civil do empregador.

De acordo com a advogada Luciana Gouvêa, da Gouvêa Advogados Associados, escritório parceiro da Conselho, é possível aplicar normas legais para garantia e preservação dos próprios bens e direitos pessoais e/ou empresariais. Essa organização pode ser planejada e executada a qualquer tempo, para cidadãos ou empresas, ricos ou não e, especialmente, em tempos turbulentos de crise econômica, com propósito de possibilitar a Proteção Patrimonial e evitar necessitar do Poder Judiciário, já tão assoberbado.

“O planejamento para Proteção Patrimonial é comum ente praticado em países no 1º. Mundo e bem serve para cuidar de que um conjunto de bens sofra pouco ou nada apesar das inseguranças cotidianas, além de buscar alternativas menos onerosas para conservação dos bens e direitos ao longo do tempo, inclusive, diante de novos fatos tais como casamentos, nascimentos e falecimentos”, explica.

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