Publicidade

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 Escritórios | 01:09

Veirano Advogados terá área de crimes corporativos

Compartilhe: Twitter

O Veirano Advogados está abrindo uma unidade de negócios especializada em direito penal empresarial. Para comandar a nova especialidade a banca trouxe para seu quadro de sócios o criminalista André Fonseca, que deixa o Trench, Rossi e Watanabe junto com a sua equipe para ocupar o novo posto.

Fonseca também irá atuar em conjunto Luiz Navarro, ex-secretário da Controladoria Geral da União e um dos formuladores da nova lei, que passou a integrar os quadros do Veirano em julho deste ano. O advogado implementou programas FCPA (Foreing Corrupt Practices Act) e UK Briebery em diversas companhias nacionais e multinacionais. Seu foco principal é na coordenação de auditorias internas em empresas, além e investigação de fraudes. “Detectamos altíssimo potencial de mercado para esse tipo de serviço, especialmente por empresas brasileiras”, acrescenta.

Trench, Rossi e Watanabe
O escritório mandou uma nota à coluna explicando que, apesar da saída de André Fonseca, a banca permanece, sim, com especialistas na área penal empresarial. Confira trechos da nota:

“Essa mudança estrutural apenas antecipou a reestruturação da área que já estava sendo planejada devido à grande sinergia e conexão entre os grupos de prática de Compliance e Penal Empresarial. O novo grupo, denominado Compliance e Penal Corporativo, será liderado por Esther Flesch, que tem uma equipe de associados plenamente capacitada a prestar consultoria com objetivo de atender as mais variadas demandas dos clientes”.

Ainda de acordo com o escritório, Esther Flesch, considerada uma das melhores advogadas da área em atividade, é a head do setor. Ela possui experiência significativa em projetos relacionados à Lei de Prática de Corrupção no Exterior dos Estados Unidos (FCPA), incluindo investigações internas e cooperação com colegas norte-americanos para o tratamento desses assuntos com a Comissão de Valores Mobiliários (SEC) e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), bem como em situações de crise, com prisões e indiciamento de administradores de empresas no Brasil.

Atualizada às 19h50 do dia 16 de dezembro de 2013

Autor: Tags: