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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Recuperação e falência | 19:55

Juiz dá ultimato a Edemar Cid Ferreira

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Não há mais prorrogação do prazo para que o ex-presidente do Banco Santos, Edemar Cid Ferreira e a esposa dele, Márcia de Maria Costa Cid Ferreira, retirem os bens pessoais da mansão no bairro do Morumbi, zona sul da Capital paulista. O casal foi despejado do imóvel em janeiro deste ano.

O juiz Régis Bonvicino, da 1ª Vara Cível de São Paulo, determinou nesta terça-feira (31/5), que Edemar comprove, ainda nesta semana, o motivo pelo qual alega a impossibilidade da retirada dos bens.

“Traga a ré atestados médicos, dos médicos de Washington, EUA, para comprovar o que disse, em 48 horas improrrogáveis. Como Marcia de Maria Cid Ferreira retornou e lá, no dia 20 de maio, ela trouxe, com certeza, tais atestados”, assinalou o magistrado em decisão.

Segundo iG apurou, a mulher de Edemar estaria fora do Brasil há mais de um mês em função de um tratamento de uma doença crônica. E é exatamente isso que a defesa de Edemar alega para não retirar os bens da mansão.

Em fevereiro, a Justiça determinou que o casal relacionasse os objetos pessoais e, dois meses depois, deveriam retirar tudo da mansão. A determinação, no entanto, foi contestada pela defesa de Edemar algumas vezes. Esse fato também foi citado na decisão de Bonvicino.

“Mantenho a decisão anterior e repito seus fundamentos, porque este juízo já prorrogou algumas vezes o prazo, descabendo agora a dilação [prorrogação]. Destaque-se que a família Cid Ferreira teve de 21 de janeiro a 31 de maio para a retirada de bens móveis”, disse.

Confira a entrevista que Edemar deu ao iG

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