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sexta-feira, 25 de junho de 2010 Advocacia | 07:00

Escritórios esperam crescimento acima de 15% em 2010

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“Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade. Um otimista vê uma oportunidade em cada dificuldade.” A frase do ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill traduz bem a situação enfrentada pelos escritórios de advocacia do País durante e depois da crise econômica mundial de 2008.

A turbulência teve impactos diferentes nos escritórios de advocacia pelo mundo afora. Nos Estados Unidos, os grandes escritórios enfrentaram uma onda de demissões que atingiu as quatro principais bancas do País, como o tradicional White & Case e o Morgan, Lewis & Bockius.

No Brasil, os escritórios se ajustaram às novas demandas, remanejaram profissionais e encontraram mais mercado de atuação. Prova disso é que a projeção de crescimento para esse ano é de, em média, aproximadamente 15%.

Leis e Negócios ouviu profissionais que comandam alguns dos escritórios que estão entre os mais admirados no ranking publicado pela revista “Análise Advocacia”, no final do ano passado. A maioria adotou a estratégia descrita acima e hoje comemora a projeção de crescimento.

Além disso, a atração de eventos esportivos para o País da magnitude da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, farão com que o Brasil se torne uma vitrine mundial para os demais países. Apostando nessa visibilidade, os escritórios de advocacia estão arregaçando as mangas, exercitando a criatividade e buscando uma maior interação com parceiros internacionais para consolidar novos mercados.

Apostando nesse tendência, Leis e Negócios publicará entrevistas com os maiores escritórios do Brasil dando mostras de suas iniciativas para alavancar novos clientes, mais negócios, novas oportunidades e, quem sabe, caminhos nunca percorridos pelo direito brasileiro. O primeiro: Demarest & Almeida Advogados.

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